Gemada Com Opções Alcoólicas E Não Alcoólicas

Conhecida como eggnog, a bebida é uma tradição natalina em vários países.
Gemada Com Opções Alcoólicas E Não Alcoólicas
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Gemada não é só pra doente, viu? Eu achava isso até tentar uma versão bem feita, com gemas frescas, canela em pau e aquele toque de noz-moscada ralada na hora. Aí, meu amigo, vira outra bebida. Quente ou gelada, com ou sem um fio de conhaque, ela tem um corpo que surpreende.

Já fiz errado várias vezes: cozinhei demais e virei ovo mexido líquido, ou bati pouco e ficou aguada. Mas depois de ajustar o ponto do leite e o tempo de mistura, cheguei numa receita que equilibra cremosidade, doçura e aroma sem mascarar o sabor das gemas, que são, no fim das contas, a estrela da história.

Essa versão aqui é a que faço quando quero impressionar sem complicar. E olha, se você nunca experimentou gelada com uma pitada de baunilha... tá perdendo. Tá esperando o quê? A receita completa tá logo abaixo. Depois comenta comigo se não virou sua nova favorita, e se foi com ou sem álcool!

Receita de gemada clássica para o inverno: saiba como fazer

Rendimento
3 copos médios
Preparação
35 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 10 marcados

Para a base da gemada:

Para os aromas e finalização:

Essa gemada sai por menos de R$20 e rende bem. Dica: se for fazer versão com álcool, conhaque ou whisky são os melhores - mas só coloca depois de pronto, senão talvez talvez coagule.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200ml (1 copo médio)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 38.2g 13%
   Açúcares 35.8g 72%
Proteínas 8.5g 17%
Gorduras Totais 21.6g 39%
   Saturadas 12.3g 56%
   Trans 0.4g -**
Colesterol 420mg 140%
Sódio 85mg 4%
Cálcio 180mg 18%
Ferro 1.2mg 9%
Vitamina A 280µg 47%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
**VD não estabelecido para gordura trans

Etiquetas Dietéticas

  • Proteína Qualidade: 6 gemas = proteína completa
  • Rico em Cálcio: Para ossos e dentes
  • Energia Rápida: Ideal para dias frios

Alertas & Alérgenos

  • ALTO COLESTEROL – 420mg (140% VD) – Contraindicado para cardíacos
  • Açúcar Elevado – 36g por porção – Diabéticos evitar
  • Gordura Saturada – 56% VD – Consumir com moderação
  • Alérgeno: Contém ovos e lactose
  • Insight: Rico em vitamina A (47% VD) para visão e imunidade; fonte de energia rápida para o inverno

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando as gemas:

  1. Separa as gemas das claras - eu uso a casca do ovo mesmo pra fazer isso, mas tem quem prefira com as mãos. Cuidado pra não furar a gema.
  2. Numa tigela grande, bate as gemas com o açúcar usando um fuê. Tem que bater bem até ficar homogêneo e aquele amarelo clarinho - quase branco. Isso demora uns 3-4 minutos, paciência.

Esquentando o leite:

  1. Numa panela, coloca o leite, o creme de leite, a pitada de sal, a canela em pau e rala a noz-moscada por cima. Leva em fogo médio.
  2. Fica de olho! Quando começar a formar aquelas bolhinhas só na borda da panela, desliga. Não deixa ferver de verdade senão talvez talvez estrague a textura.

Unindo as misturas:

  1. Agora vem o segredo: vai adicionando o leite quente nas gemas aos poucos, mexendo sem parar com o fuê. Uma concha de cada vez, pra não cozinhar as gemas de repente.
  2. Quando tiver misturado tudo, volta a mistura pra panela e esquenta de novo em fogo baixo até chegar nos 70°C. Se não tem termômetro, é quando fica cremoso mas não engrossa demais.

Finalizando e servindo:

  1. Tira do fogo e adiciona as gotas de baunilha. Mexe mais um pouco.
  2. Passa pra uma jarra, cobre com papel filme encostado na superfície (pra não criar aquela película) e leva pra geladeira até esfriar.
  3. Na hora de servir, polvilha canela em pó por cima. Pode ser quente ou gelada - eu gosto das duas versões, depende do dia.

Eu sempre achei que gemada era coisa de vó até fazer essa versão. A primeira vez que tentei, cozinhei demais e ficou com textura de ovo mexido líquido - quase joguei fora. Mas persistir valeu a pena, hoje é um dos meus reconfortos favoritos nos dias frios.

E você, já fez gemada caseira? Prefere quente ou gelada? Eu descobri que gelada com uma pitada extra de noz-moscada fica incrível, mas tem gente que só curte bem quentinha. Se for fazer com álcool, qual sua preferência? Conta aqui nos comentários como você gosta da sua!

Quanto tempo dura? Dica bônus pra conservar melhor

Essa gemada fica top por até 3 dias na geladeira, mas tem um truque: coloca num pote hermético e cobre com papel filme encostado na superfície do líquido. Assim não cria aquela película grudenta. Já aconteceu comigo de esquecer um copo sem tampa e virar uma gosma triste...

Calorias? Bora falar a verdade sem trauma

Cada copo médio tem 385 kcal (é, não é light). Mas é inverno, né? A gente merece. Se quiser reduzir, troque o creme de leite por leite condensado light - fica menos cremoso, mas ainda gostoso. Confira a tabela nutricional completa para mais detalhes sobre os valores nutricionais desta gemada clássica.

Sem um ingrediente? Se vira com essas trocas

• Noz moscada acabou? Usa canela em pó mesmo (mas mete menos quantidade)
• Creme de leite fresco virou coalhada? Pode usar leite condensado (reduz o açúcar!)
• Vegano? Testei com leite de coco e aquafaba (a água do grão-de-bico) - fica diferente, mas surpreende!

3 erros que vão estragar sua gemada

1. Deixar o leite ferver demais - vira omelete doce. Para quando formar bolhinhas só na borda.
2. Adicionar o leite quente de uma vez nas gemas - vira sopa de ovo. Vai colocando aos poucos!
3. Esquecer o sal - parece pouco, mas é ele que realça todos os sabores. Já fiz sem e ficou sem graça.

Hack da panela fria (ninguém conta isso)

Antes de esquentar o leite, molha a panela com água gelada e escorre. Quando for esquentar, o leite não gruda no fundo. A Daiane me ensinou isso depois de eu queimar a terceira panela...

Modo chef Michelin (com 1 ingrediente secreto)

Junta um pouco de raspas de laranja junto com a canela em pau. Dá um toque cítrico que quebra a doçura. E serve com chantilly caseiro por cima - bate 2 colheres de creme de leite fresco com 1 colher de açúcar até ficar firme.

Combina com... (pra virar uma experiência)

• Bebida: café expresso bem forte (o contraste é divino)
• Comida: pão de mel caseiro ou biscoito de polvilho (a crocância faz dupla perfeita)
• Loucura minha: coloca uma colher de geléia de pimenta por cima. Sério, faz isso!

Se tudo der errado... (modo SOS)

Virou sopa de ovo? Coe numa peneira fina e bate no liquidificador com gelo - vira um shake diferente. Queimou o fundo? Transfere pra outra panela rápido e não mexe o que grudou. Ficou aguado? Junta mais 1 gema batida com 1 colher de amido de milho e aquece de novo.

5 versões malucas (pra quem ousa)

1. Alcoólica: 1 dose de rum ou conhaque (esquenta bem antes de servir)
2. Proteica: coloca whey protein de baunilha no lugar de parte do açúcar
3. Festa infantil: bate com sorvete de creme e vira milk-shake
4. Low carb: troca o açúcar por eritritol e usa leite de amêndoas
5. Meu preferido: coloca uma colher de café solúvel em pó - fica com gosto de cappuccino!

De onde veio essa mistura?

A gemada é velha como a briga entre doce de leite argentino vs brasileiro. Surgiu na Europa Medieval como "posset" - uma bebida quente com leite, vinho e especiarias. Dizem que era remédio pra gripe (e ainda é, só que agora a gente sabe que o efeito é mais emocional que científico).

2 segredos que ninguém fala

1. Ovos velhos são MELHORES que frescos - gemas mais firmes não coagulam tão fácil
2. Se bater com fuê de arame (não silicone) incorpora mais ar e fica mais aerado. Testei e comprovei!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas fica granuloso. Melhor fazer na hora.
Por que não usa clara? Porque vira sopa de ovo. A não ser que bata em neve e misture no final (ai vira suspiro líquido).
Precisa coar? Só se você for perfeccionista. Eu nunca coo, mas tem gente que odeia aqueles fiapos de ovo.

O que ouvir enquanto prepara

Minha seleção inverno: "Fever" (Peggy Lee), "Cosmic Love" (Florence + The Machine) e qualquer MPB dos anos 70. Se for fazer a versão alcoólica, bota um jazz - combina com o clima.

Já errei feio (pra você não errar)

Uma vez coloquei canela em pó direto na panela quente - virou umas bolotinhas grudentas que pareciam insetos. Agora só uso em pau ou jogo no final. Outra vez usei leite desnatado... nem me fale, virou água doce.

O que mais combina com esse sabor?

Experimenta mergulhar biscoito champanhe ou aqueles waffles holandeses. A textura crocante com o creme é um negócio de outro mundo. E se quiser inovar, coloca um pouco de pimenta rosa moída na hora - realça o doce sem arder.

Como faziam no século 19

Antes de ter fogão, esquentavam o leite com pedras quentes dentro do recipiente (sim, sério!). E usavam mel no lugar do açúcar. Já testei com mel silvestre e fica com um sabor mais complexo - mas cuidado pra não deixar ferver que amarga.

Sabia que...

No norte da Europa, gemada com cerveja preta é remédio caseiro pra resfriado. No México, botam pimenta cayenne. E tem um bar em São Paulo que serve gemada com licor de absinto - dizem que cura até dor de cotovelo (mas acho que é efeito do álcool).

Se você gostou da gemada básica, prepara o coração que tem mais 13 versões incríveis pra experimentar

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Com laranja e vitamina C

Autor:

Essa versão com suco de laranja foi uma surpresa positiva demais. O cítrico corta aquele sabor muito enjoativo que as vezes a gemada tem, principalmente quando feita com muitas gemas. Usei suco fresco espremido na hora, não o de caixinha.

O truque é não ferver o suco junto com o leite, senão talha. Eu aqueço o leite com as especiarias primeiro, depois tiro do fogo e só então adiciono o suco. Fica com um sabor bem fresco, quase como uma vitamina quente. Perfeita pra começar o dia com energia.

3º. A tradicional sem cheiro de ovo

Autor:

Essa receita tradicional resolveu meu maior problema com gemada: o cheiro forte de ovo. O segredo realmente tá nas especiarias, canela, cravo e aquela vagem de baunilha fazem milagres. Deixa o leite em infusão por uns 10 minutos em fogo bem baixinho.

Coar depois de pronto é essencial, tira aqueles pedacinhos de gema que as vezes não dissolvem completamente. E eu sempre passo pela peneira fina, não aquela de chá. A textura fica sedosa, sem nenhuma gruminho. Virou minha base pra todas as variações.

4º. A cremosa que derrete na boca

Essa gemada cremosa é diferente de tudo que já experimentei. A textura é tão aveludada que parece aqueles cremes finos de confeitaria. Eles usam uma técnica diferente na hora de incorporar as gemas que faz toda a diferença.

O que aprendi: tem que tirar uma concha do leite quente e misturar nas gemas antes de juntar tudo. Isso esquenta as gemas gradualmente e evita que cozinhem em pedacinhos. Fica tão encorpada que quase dá pra comer com colher, mas ainda bebível.

5º. Versão adulta com rum

Gemada com rum é daquelas combinações que a gente sabe que vai funcionar antes mesmo de experimentar. O álcool corta a doçura e adiciona complexidade ao sabor. Usei rum escuro que tem mais personalidade, mas o branco também funciona.

Importante: adiciona o rum só no final, depois de tirar do fogo. Se ferver, perde todo o teor alcoólico e fica com gosto amargo. E a noz-moscada ralada na hora faz diferença, aquela de pote já ralada não tem o mesmo perfume.

6º. Com farinha de mandioca pra comer de colher

Essa versão com farinha de mandioca é mais papinha que bebida mesmo. Fica tão consistente que dá pra comer de colher, ideal pra quem não curte textura líquida. A farinha de mandioca dá uma cremosidade diferente, meio granulada, que lembra mingau.

Tem que mexer sem parar pra não empelotar. E adiciona a farinha aos poucos, peneirada. Se colocar tudo de uma vez, vira um tijolo. Fica nutritiva e sustenta mesmo, ótima pra repor energias depois de um dia puxado.

7º. Com clara em neve igual vovó fazia

Essa técnica com clara em neve é antiga mas funciona demais. A espuma das claras deixa a gemada mais leve e aerada, sem aquela densidade que as vezes cansa. E não desperdiça as claras, que é um problema comum quando se faz gemada.

Bate as claras em neve bem firme antes de adicionar. E incorpora com movimentos suaves, não pode bater muito senão perde o ar. Fica com uma textura tão fofa que parece espuma quente. Me lembra mesmo a gemada que minha avó fazia.

8º. Com vinho tinto surpreendente

Vinho tinto na gemada parece estranho, mas juro que funciona. O tanino do vinho equilibra a doçura e o sabor forte mascara completamente o gosto de ovo. Usei um vinho tinto seco, não muito encorpado, que não dominasse os outros sabores.

Esquenta o vinho separadamente com especiarias antes de misturar. E não deixa ferver, só aquecer mesmo. A cor fica linda, um rosa escuro, e o sabor é complexo, doce, mas com final seco. Perfeito pra servir como digestivo depois do jantar.

9º. Versão saudável com leite de coco

Essa versão fitness com leite de coco é boa pra quem tem restrição à lactose ou quer uma opção mais leve. O leite de coco em pó dissolve melhor que o líquido e não deixa óleo separado. Fica com um sabor tropical bem gostoso.

Os ovos orgânicos realmente fazem diferença, as gemas são mais alaranjadas e saborosas. E a farinha de amaranto dá uma espessura natural sem precisar de amido. Fica menos doce que a tradicional, mas ainda assim bem cremosa.

10º. Com whisky para os corajosos

Whisky na gemada é pra quem gosta de sabores fortes. O defumado do whisky combina inesperadamente bem com a cremosidade das gemas. Usei um whisky mais suave, não aqueles muito peaty que dominam tudo.

Assim como com o rum, adiciona só no final. E serve imediatamente, não pode esquentar de novo. Fica com cara de drink sofisticado, eu gosto de finalizar com uma raspinha de laranja por cima pra dar contraste.

11º. Chocolate quente reconfortante

Gemada com chocolate é a combinação perfeita pra noite fria. As gemas dão uma cremosidade que o chocolate sozinho não consegue. Usei chocolate meio amargo derretido, não achocolatado, que tem sabor mais intenso e menos doce.

Derrete o chocolate separadamente em banho-maria antes de misturar. E mexe sempre na mesma direção pra não embolar. Fica tão cremoso que parece ganache líquida. Até crianças que normalmente torcem o nariz pra gemada curtem essa versão.

12º. Com açaí energético

Açaí com gemada é uma daquelas combinações brasileiras que só podiam dar certo. O sabor forte do açaí camufla completamente o gosto de ovo e as gemas dão corpo à bebida. Usei açaí puro sem xarope, que é menos doce.

Bate tudo no liquidificador com gelo se quiser tomar gelado. Fica com uma cor roxa linda e textura de smoothie espesso. Perfeito pra pré-treino ou pra recarregar as energias no meio da tarde. Bem diferente de tudo que já experimentei em gemada.

13º. Com cerveja preta inusitada

Essa com cerveja preta foi a que mais me surpreendeu. O amargor da cerveja equilibra a doçura das gemas de um jeito único. Usei uma stout que não era muito amarga, com notas de café e chocolate.

Esquenta a cerveja separadamente pra tirar o álcool antes de misturar. E adiciona aos poucos, mexendo sempre. Fica com sabor complexo, doce, amargo e cremoso ao mesmo tempo. Combina demais com aqueles petiscos salgados, como eles sugerem.

14º. Quentão com gemada

Juntar quentão com gemada é pura genialidade. As gemas dão uma cremosidade que o quentão tradicional não tem, e as especiarias do quentão complementam perfeitamente o sabor da gemada. Usei vinho bordô mesmo, que é tradicional.

Faz o quentão normal primeiro, depois adiciona as gemas batidas no final, sempre mexendo em fogo baixíssimo. O gengibre e o cravo ficam incríveis com o sabor das gemas. Perfeito pra noites frias, mesmo fora da época junina.

E ai, qual dessas gemadas mais te chamou a atenção? Tem versão pra todos os gostos, desde as mais tradicionais até as mais ousadas. Caso teste alguma dessas, volta aqui pra contar como foi, adoro saber qual versão conquistou seu paladar!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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