11 Broa de Polvilho Doce E Azedo Com Tipos Variados de Receitas Deliciosas E Com um Sabor de Outro Mundo

Vamos te mostrar opções de pratos ideais para ser a fonte de energia perfeita para o seu corpo!
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11 Broa de Polvilho Doce E Azedo Com Tipos Variados de Receitas Deliciosas E Com um Sabor de Outro Mundo
Rendimento
20 broinhas
Preparo
40 min
Dificuldade
Fácil
Rafael Gonçalves Por
Cozinheiro do Sabor na Mesa, especializado em receitas caseiras testadas para o dia a dia.

Todo mundo tem aquela receita que chega como um cheiro. No meu caso, era o aroma de manteiga e polvilho assando que tomava a casa da minha mãe aos domingos. Eu ficava olhando, achando que era alguma alquimia complicadíssima. Anos depois, em um curso de pães brasileiros, descobri que a mágica da broa de polvilho está justamente na simplicidade. O segredo é o tipo de polvilho. O doce dá uma textura mais lisa e macia, perfeita pra quando você quer algo que quase derrete na boca.

Já o trabalho com as mãos, amassando até a massa parar de grudar, é uma terapia que aprendi a valorizar. A Daiane sempre brinca que é meu momento zen, mas a verdade é que é divertido. Fazer essas broinhas crocantes por fora e ocos por dentro é uma experiência que vai muito além de só comer. É reviver um pedaço da infância com as próprias mãos. Quer tentar? O passo a passo que testei e aprovo está logo abaixo, sem mistério.

Receitas de Broa de Polvilho Doce e Azedo para trazer o sabor da infância direto para sua casa: Saiba como fazer

Ingredientes

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Isso é literalmente tudo que você precisa. Não tem leite, nem água, nem óleo. A manteiga e o ovo dão a liga e a umidade certinha. Uma vez tentei com polvilho azedo e o resultado foi completamente diferente, então segue o doce que é mais garantido pra essa receita.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

  1. Primeiro, ligue o forno em 180°C pra pré-aquecer. Forre uma assadeira com papel manteiga. Não precisa untar, o papel já resolve. E já adianto: essa massa não vai na geladeira, é tudo num fluxo só.
  2. Fazendo o creme base: Pega uma tigela funda e coloca a manteiga (ou margarina), o açúcar e o ovo. Agora, mistura tudo muito bem. Eu começo com um fouet, mas uma colher de pau serve. O objetivo é ficar com um creme bem incorporado, sem gruminhos de açúcar. Não precisa bater feito um doido, só misturar mesmo.
  3. A hora do fermento: Acrescente a colherada de fermento de bolo na tigela. Mexe de novo, mas agora com um jeitinho mais delicado, sabe? Só pra incorporar. Não é pra bater forte, senão pode prejudicar a ação do fermento depois.
  4. Incorporando o polvilho – mão na massa! Agora vem a parte boa. Vai adicionando o polvilho doce, de pouco em pouco. Começa misturando com a colher, mas rapidinho vai perceber que fica difícil, quase impossível. É aí que você abandona os talheres e mete a mão, literalmente. Usa a ponta dos dedos pra misturar e amassar. É uma terapia, sério. A Daiane fica rindo vendo eu lá concentrado, mas é divertido.
  5. O ponto da massa é crucial: Siga amassando até a massa parar de grudar nos seus dedos. Ela fica macia, maleável, mas não fica pegajosa. Se por acaso ela ainda estiver muito grudenta, adiciona mais uma pitadinha de polvilho. Se ao contrário, ela parecer muito seca e quebradiça (o que é mais raro), coloca um pouquinho mais de manteiga. Ajusta até chegar no ponto certo.
  6. Modelando as broinhas: Com a massa no ponto, pega porções pequenas e faz bolinhas do tamanho de uma noz. Depois, coloca cada bolinha na assadeira e, com um garfo, achata levemente. Não precisa esmagar, só dar uma prensada pra criar aquelas marquinhas tradicionais e garantir que asse por igual.
  7. Hora de assar: Leva a forma direto pro forno pré-aquecido. Deixa assar por uns 20 minutos, mas fica de olho depois dos 15. O forno de cada um é um pouco diferente. Elas vão ficar douradinhas por baixo e ainda meio clarinhas por cima. Isso é normal e o ideal! O interior fica oco e sequinho, enquanto por fora fica crocante. Tira do forno, deixa esfriar só um minutinho e já pode atacar.

Uma coisa que aprendi: essas broas são melhores no mesmo dia, ainda mornas. Se sobrar (difícil), guarda num pote fechado pra não umedecer. No dia seguinte, se quiser, dá uma esquentadinha rápida no forno antes de servir que revive a crocância.

Dicas importantes abaixo

Informação Nutricional

Porção: 1 broa (30g)

CALORIAS115 kcal
PROTEINAS1.2g
GORDURAS2.3g
VegetarianoSem GlútenSem LactoseBaixa GorduraContém ovoAtenção ao açúcar

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Ver tabela nutricional completa
Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 115 kcal 6%
Carboidratos Totais 22.5g 8%
   Fibra Dietética 0.5g 2%
   Açúcares 6.2g 12%
Proteínas 1.2g 2%
Gorduras Totais 2.3g 4%
   Saturadas 1.4g 7%
   Trans 0g 0%
Colesterol 15mg 5%
Sódio 45mg 2%
Cálcio 8mg 1%
Ferro 0.4mg 2%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas
  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (com margarina)
  • Sem Glúten: Feita com polvilho naturalmente sem glúten
  • Sem Lactose: Opção com margarina vegetal
  • Baixa Gordura: Apenas 2.3g por broa
Alertas & Alérgenos
  • Contém ovo - não adequado para alérgicos
  • Atenção ao açúcar – 6.2g por broa (12% VD)
  • Insight: Cada broa tem cerca de 115 calorias - equivalente a 1/2 pão francês. Fácil exagerar!

É impressionante como algo com tão poucos ingredientes pode trazer tanto sabor e lembrança, né? A broa de polvilho doce tem esse poder. Não é um pão, não é um biscoito, é uma coisa única. Crocante por fora, com aquele oco por dentro que parece mágica.

O que mais gosto nessa receita é que não tem erro. É só seguir o ponto da massa, que é o único segredo real. Depois que pega o jeito, você faz com os olhos fechados. Já fez broa de polvilho antes? Tem algum truque na hora de amassar? Conta pra gente aqui nos comentários como foi a sua experiência. Adoro trocar essas dicas de cozinha que parecem simples, mas fazem toda a diferença no resultado final.

Dicas essenciais da receita

Quanto tempo dura essa broa?

Em temperatura ambiente e bem guardadinha num pote fechado, ela aguenta até 5 dias. Mas honestamente? Nunca durou mais de 2 dias aqui em casa. Se quiser guardar por mais tempo, pode congelar por até 1 mês - só esquentar no forno antes de servir.

Tá sem algum ingrediente? Bora improvisar!

• Polvilho doce acabou? Mistura 2 xícaras de polvilho azedo com 1 xícara de amido de milho
• Vegano? Troca o ovo por 1 colher de sopa de chia hidratada
• Quer reduzir o açúcar? Pode cortar até pela metade que ainda fica gostosinha

Os 3 pecados capitais da broa de polvilho

1. Massa muito seca = broa que parece tijolinho. Solução? Mais manteiga!
2. Assar demais = broa dura que machuca o céu da boca. Fique de olho no forno!
3. Amassar a massa em vez de modelar com carinho = broa sem aquele miolo fofinho

Truque secreto da vovó (que ela não contava)

Antes de levar ao forno, passe um fio de óleo nas mãos e dê uma alisada nas broinhas. Elas vão ficar com a casquinha mais dourada e crocante. Testei na última leva e a Daiane jurou que eu tinha comprado na padaria!

Broa 2.0 - versão upgrade

• Broa de queijo: acrescenta 50g de queijo parmesão ralado
• Broa apimentada: coloca uma pitada de pimenta dedo-de-moça picada
• Broa doce premium: depois de assar, pincela com mel e canela

O que beber com essa maravilha?

Café coado na hora é clássico, mas experimenta com:
• Chá mate gelado com limão (minha combinação preferida no verão)
• Um bom vinho do porto (para impressionar a visita)
• Suco de maracujá natural (equilíbrio perfeito entre doce e azedo)

A parte mais chatinha (mas tem solução)

Quando chega na hora de misturar o polvilho e a massa vira uma espécie de areia movediça, né? Calma! O segredo é:
1. Adicionar aos poucos mesmo
2. Quando engrossar, para de usar a colher e parte pro modo mão na massa literalmente
3. Se grudar muito, um pouquinho de manteiga nas mãos ajuda

Modo econômico ativado

• Margarina no lugar da manteiga
• Açúcar cristal no lugar do refinado
• Compre polvilho a granel que sai mais barato
• Faça em maior quantidade e congele parte da massa

Quer impressionar? Faz assim

Depois de assar, polvilhe açúcar de confeiteiro e raspas de limão siciliano. Coloque num prato bonito com folhas de hortelã. Pronto, virou sobremesa de restaurante chique (mas que custou quase nada pra fazer).

Socorro, deu tudo errado!

• Massa virou pedra? Rala e usa como farofa doce
• Queimou por baixo? Lixa levemente com ralador e vira "broa crocante"
• Não cresceu? Amassa tudo de novo, coloca mais fermento e tenta outra vez

De onde veio essa receita?

A broa de polvilho é herança dos colonizadores portugueses, mas ganhou personalidade brasileira com o tempo. O polvilho (fécula de mandioca) já era usado pelos indígenas, aí aconteceu esse casamento gastronômico delicioso!

2 coisas que ninguém te conta sobre broa de polvilho

1. Ela é ótima para quem tem intolerância ao glúten (sim, naturalmente sem glúten!)
2. Pode ser usada como base para canapés - corta no meio e recheia com patê

Sabia que...

O "chiado" característico da broa quando a gente morde vem justamente do polvilho? É o ar escapando da estrutura porosa que se forma durante o assamento. Ciência gostosa!

E aí, bora fazer?

Essa receita é daquelas que a gente faz com o coração, não tem erro. Já testei umas 20 vezes e sempre fica bom (mesmo quando acho que deu errado). Conta aí nos comentários como ficou a sua! Tirou foto? Marca a gente no @sabornamesaoficial pra gente ver essa delícia.

Completa a Broa: Combinações que Vão Fazer sua Mesa Brilhar

A broa de polvilho é aquela paixão que a gente não cansa, né? Crocante por fora, macia por dentro e com aquele jeito perfeito pra mergulhar em acompanhamentos incríveis. Aqui em casa, a Dai já sabe: quando faço broa, a mesa vira um festival! Separei nossas combinações favoritas pra você arrasar no almoço de domingo ou num lanche reforçado.

Acompanhamentos que Elevam o Jogo

20 Receitas de Maionese de Ovo Cozido Ou Crú Com Preparos Para Você Experimentar Como Desejar

Maionese de ovo: Tradicionalíssima, a gente briga pra ver quem pega a última colher (spoiler: a Dai sempre vence).

Sobremesas pra Finalizar com Charme

Doce de leite cremoso: Simples e infalível, ainda mais se tiver aquela broa ainda morna pra mergulhar... hmm!

Brigadeiro de colher: Clássico que a gente sempre tem na geladeira pra emergências doces (e toda hora é emergência).

Mousse de maracujá: A acidez frutada limpa o paladar depois daquela farra de sabores. A Dai diz que é como um "reset" pro estômago.

Bebidas pra Harmonizar

Suco de laranja natural: Clássico que nunca falha, especialmente se for daqueles bem doces e fresquinhos.

Chá gelado de pêssego: Refrescante e levemente adocicado - nosso preferido nos dias mais quentes aqui em SP.

Água de coco: Pra quem quer algo leve e hidratante, sem competir com os sabores da refeição.

Essas são nossas combinações testadas e aprovadas em casa - e olha que a Dai é bem criteriosa! Já sabe né, se fizer alguma dessas duplas dinâmicas, conta pra gente nos comentários qual foi a preferida da sua família. Aposto que vai ser difícil escolher só uma...

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.

Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.

Comentários  

Maria Helena Rizzato
0 Maria Helena Rizzato
Amei demais as receitas do Rafael.Superbem explicadas,com todas as inculsões necessárias.Fiquei sua fâ. REceba meus agradecimentos e um beijo fraterno.
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