Receita na Panela de Pressão: Prático e Saboroso

Uma seleção incrível para você arrancar suspiros – e elogios – de todos que provarem sua comida.
Receita na Panela de Pressão: Prático e Saboroso
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Você já tentou fazer um macarrão cremoso na panela de pressão e acabou com uma sopa de farinha?

Eu já. Duas vezes. A primeira foi porque esqueci de colocar água suficiente. A segunda, porque acreditei que 5 minutos eram o suficiente. O macarrão virou massa grudada no fundo, e o creme de leite virou nata queimada. Foi o pior almoço da semana. Mas foi também o que me ensinou o ponto certo.

O segredo não é só a pressão. É a ordem. Fritar o bacon primeiro libera o óleo que vai dar sabor a tudo. Depois o alho e a cebola, só depois o molho. A água tem que estar fervendo quando entra, e aí sim, o macarrão. Quatro minutos é o limite. Qualquer coisa a mais, e você perde a textura. E a muçarela? Nunca coloque no começo. Ela precisa derreter no calor residual, não no fogo alto.

Essa receita parece simples, mas cada passo tem razão. E se você já fez e deu errado, não se preocupe. Ainda não é tarde. Tenta de novo. E me conta nos comentários: qual foi seu erro mais memorável?

Uma das Melhores Receitas na Panela de Pressão: Macarrão cremoso Super rápido e prático, saiba como fazer

Rendimento
4 porções
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 11 marcados

Tudo que eu usei saiu do mercado da esquina, menos o molho de tomate, esse eu pego na feira. Gastei menos de R$25 e ainda sobrou bacon pra o jantar de amanhã.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 350g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 685 kcal 34%
Carboidratos Totais 58g 19%
   Fibra Dietética 3.5g 14%
   Açúcares 8g 16%
Proteínas 28g 56%
Gorduras Totais 38g 69%
   Saturadas 18g 82%
   Trans 0.5g -**
Colesterol 95mg 32%
Sódio 1,450mg 63%
Potássio 480mg 10%
Cálcio 320mg 32%
Ferro 2.8mg 16%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
**VD não estabelecido para gordura trans

Etiquetas Dietéticas

  • Alto Carboidrato: Ideal para energia rápida
  • Boa Proteína: Equilíbrio entre macros
  • Rico em Cálcio: Dos laticínios

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Atenção hipertensos
  • Alta gordura saturada – Consumir com moderação
  • Alta caloria – Porção controlada recomendada
  • Contém lactose: Creme de leite e queijo
  • Contém glúten: Macarrão tradicional
  • Insight: Para versão light: use creme light, queijo light e bacon de peru

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Comece com o bacon:

  1. Passe o bacon na panela de pressão, sem óleo, e deixe fritar até soltar a gordura e dourar bem. Não mexa muito, deixe ele se soltar sozinho. Isso é o que vai dar sabor a tudo.
  2. Adicione a cebola e o alho. Mexa só o suficiente pra eles encostarem no fundo. Deixe dourar devagar, se fizer rápido, queima. Eu já queimei uma vez, e o cheiro ficou amargo por dois dias.
  3. Coloque o molho de tomate, a pimenta e o sal. Misture bem, deixe ferver por um minuto. Esse é o momento de ajeitar o sal, se estiver fraco, ainda dá tempo.
  4. Adicione a água fervente, sim, fervendo. Não adianta colocar fria. A panela já tá quente, então a água precisa estar no ponto. Deixe ferver de novo, só depois que a pressão começar a subir.
  5. Coloque o macarrão. Não misture ainda. Tampe a panela. Assim que ela começar a chiar, conte exatamente quatro minutos. Nada mais. Se passar, vira mingau. Eu já fiz com cinco, foi um desastre.

Finalize com calma:

  1. Desligue o fogo, espere a pressão cair naturalmente. Não force. Abra a panela com cuidado.
  2. Volte a panela ao fogo baixo. Adicione o creme de leite e misture devagar, só até ele se integrar. Não bata, não mexa como se fosse bater ovo.
  3. Coloque os cubos de muçarela. Espere eles derreterem sozinhos. O calor residual faz o trabalho. Se colocar no fogo alto, ela vira um pedaço de plástico.
  4. Por último, jogue o cheiro verde. Desligue o fogo. Pronto. Não precisa mais nada.

Essa receita parece simples, mas cada passo tem razão. Fritar o bacon primeiro libera o óleo que vai dar sabor a tudo. Depois o alho e a cebola, só depois o molho. A água tem que estar fervendo quando entra, e aí sim, o macarrão. Quatro minutos é o limite. Qualquer coisa a mais, e você perde a textura. E a muçarela? Nunca coloque no começo. Ela precisa derreter no calor residual, não no fogo alto.

Eu já fiz essa receita com o Titan deitado no chão, olhando pro prato como se fosse o último alimento da Terra. Daiane riu e disse: “Você não precisa fazer isso todo dia, mas quando faz, é bom demais.” Acho que ela tem razão. Se você já tentou e deu errado, não se preocupe. Eu também. Tenta de novo. E me conta nos comentários: qual foi seu erro mais memorável?

Quanto custa em calorias esse pecado?

Uma porção desse macarrão cremoso tem aproximadamente 685 kcal (e vale cada uma delas!). Se quiser reduzir, dá pra cortar calorias trocando o creme de leite comum por light, usando queijo muçarela light e bacon de peru. Mas sério, às vezes a gente merece a versão original, né? Confira a tabela nutricional completa para mais detalhes sobre os valores por porção.

Quanto tempo dura essa maravilha?

Na geladeira, dura até 3 dias – mas duvido que sobre! Dica de ouro: se for guardar, coloca num pote hermético e esquenta na frigideira com um fio de água pra não ressecar. No freezer, aguenta 1 mês, mas a textura do creme pode mudar um pouco.

Sem bacon? Sem crise!

Se você não come bacon (ou acabou), bora de:

  • Calabresa defumada picada (fica incrível)
  • Frango desfiado pré-cozido (joga junto com o molho)
  • Cogumelos shitake para versão vegetariana (a Daiane adora assim)
  • Até salsichão em cubos em caso de desespero (já salvei um jantar assim)

Os 3 pecados capitais do macarrão na pressão

1. Excesso de água: Se colocar mais que 1 litro, vira sopa. Medida certa é cobrir o macarrão + 1 dedo.
2. Deixar cozinhar demais: 4 minutos sob pressão é sagrado! Passou disso, vira papa.
3. Mexer o queijo com o fogo alto: Desliga o fogão antes de acrescentar a muçarela, senão ela vira borracha.

Truque secreto de panela de pressão

Lava o macarrão rápido antes de cozinhar? Pare! O amido que fica na superfície ajuda a engrossar o caldo. Esse é o pulo do gato pra cremosidade perfeita sem precisar de farinha.

Versões para todo mundo

Low carb: Troca o macarrão por abobrinha em tiras (cozinha só 2 min na pressão)
Sem lactose: Creme de leite e queijo veganos (hoje tem uns bem cremosos)
Proteico: Acrescenta 1 xícara de frango desfiado junto com o molho

O que servir com essa beleza?

Um vinho branco meio seco cai bem, mas se for cerveja, vai de pilsen. Para acompanhar, sugiro:

  • Pão de alho caseiro (pra limpar o prato)
  • Salada caprese simples (o contraste refresca)
  • Azeitonas pretas (combina demais com o bacon)

Quer dar uma agitada?

Já testei essas variações malucas que ficaram boas:

  • Carbonara fake: Tira o molho de tomate, usa só o bacon e acrescenta 1 gema por pessoa
  • Arraial pressionado: Coloca milho verde e cream cheese no lugar da muçarela
  • Parmegiana disfarçada: Finaliza com berinjela em cubos assada e parmesão ralado

O momento mais crítico

Quando for adicionar o creme de leite: FOGO BAIXO ou desligado! Se esquentar demais, ele talha e fica com textura esfarelada. Eu sempre tiro a panela do fogo, misturo bem e só volto pra esquentar levemente se necessário.

Sobrou? Transforma!

Esse macarrão revive gloriosamente no dia seguinte:

  • Recheio de panqueca (bata 2 ovos e faça uma camada)
  • Rocambole: espalma numa forma, enrola com presunto e leva ao forno
  • Sopa cremosa: acrescenta caldo de legumes e bate no liquidificador

2 segredos que ninguém conta

1. Usar água que já está fervendo acelera o processo e evita que o macarrão fique grudado no fundo.
2. Se o molho de tomate estiver muito ácido, um pitadinha de açúcar mascavo disfarça sem ninguém perceber.

Perguntas que sempre me fazem

Posso usar outra panela? Até pode, mas perde a graça (e a velocidade). Se for fazer, cozinhe o macarrão al dente separado.
Congela bem? O creme de leite pode separar um pouco - pra refogar, acrescenta um fio de leite.
Por que meu queijo virou borrachudo? Você esquentou demais, né? Queijo gosta de carinho e fogo brando.

De onde surgiu essa ideia?

Essa é uma adaptação moderna do clássico "macarrão alho e óleo turbinado". A panela de pressão era usada pelas nonnas italianas pra cozinhar massa com legumes, mas a versão cremosa com bacon é 100% brasuca - provavelmente inventada por alguém com pressa e muita fome (gênio anônimo!).

O que ouvir enquanto cozinha?

Como leva só 30 minutos, uma seleção enxuta:

  • "Chefão" - L7NNON (pra entrar no clima)
  • "Sweet Caroline" - Neil Diamond (hora do bacon)
  • "Garota de Ipanema" - versão instrumental (pra finalizar com classe)

Já errei pra caramba

Na primeira vez, esqueci de ferver a água antes e o macarrão grudou todo. Outra vez, a Daiane pegou pesado na pimenta e a gente ficou bebendo água direto da jarra. Moral da história: sempre provem antes de servir!

Harmonização de sabores

O cremoso do queijo pede um contraste: experimente finalizar com:

  • Gotas de limão siciliano (surpreendente!)
  • Nozes picadas (dá crocância)
  • Pimenta calabresa em flocos (pra quem gosta de arder)

Como impressionar os amigos

Troque a muçarela por queijo gruyère e finalize com bacon crocante por cima. Serve numa tigela de pedra quente (aquela de fondue) e oferece pão italiano pra acompanhar. Vai parecer que você estudou na Cordon Bleu!

Se tudo der errado...

Macarrão virou papa? Transforma em sopa cremosa!
Queijo não derreteu? Micro-ondas por 30 segundos salva.
Ficou sem graça? Um cubo de caldo de carne dissolve magicamente.
Aprendi na marra que na cozinha sempre tem plano B!

Sabia que...

A panela de pressão cozinha alimentos mais rápido porque a temperatura interna chega a 120°C - e o macarrão absorve o sabor do caldo melhor nessa pressão toda. Por isso essa versão fica tão gostosa quanto as tradicionais, em metade do tempo!

E aí, bora fazer esse macarrão? Conta nos comentários como ficou o seu - e se descobrir alguma variação massa, compartilha com a gente! Quem sabe não vira a próxima receita do @sabornamesaoficial?

Gostou? Veja como transformar esta receita

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Costela com cebola, e por que eu nunca coloco água

Autor: Receitinhas com Amor

Eu sempre achei que toda carne precisava de água. Até que uma vez, por distração, esqueci de colocar. Pensei que ia queimar. Mas a cebola soltou tanta umidade que a carne ficou macia, suculenta, e o caldo que se formou? Era como se a própria costela tivesse chorado de felicidade. Não é mágica. É química. A cebola libera açúcares e água natural, e a pressão transforma isso num molho sem igual. E se você quiser um toque mais profundo, coloque uma folha de louro e uma pitada de pimenta-do-reino inteira. Mas nunca, nunca, coloque temperos em pó perto da válvula. Já vi uma panela entupida e não quero ver de novo. Se quiser ver como faço a versão com vinagre balsâmico no final, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/costela-pressao.

3º. Sardinha com camadas, e o segredo que não é a cebola

Autor: Receitas da Josi

A cebola é só o cenário. O verdadeiro segredo é a ordem: peixe, cebola, peixe, cebola. Se você colocar tudo junto, o peixe cozinha por fora e fica duro por dentro. Mas se você faz camadas, o vapor sobe e envolve cada filete. Aí ele fica macio, sem cheiro de “peixe da geladeira”. E o caldo? Ele é o que você vai usar pra molhar o pão no dia seguinte. Eu já fiz isso numa noite chuvosa, e a Daiane disse: “Isso parece que veio do mar.” Não disse que era sardinha. Só sorri. E se quiser, coloque uma folha de laranja seca, só uma. Aí você entende o que é equilíbrio.

4º. Torresmo sem óleo espalhado, e por que eu uso a panela sem borracha

Eu já tive que limpar óleo do teto. E não foi divertido. Aí descobri: a borracha não é obrigatória. Ela só serve pra criar pressão. Mas o torresmo não precisa disso. Ele precisa de calor seco. Então tiro a borracha, coloco a tampa normal, e deixo o óleo sair. O resultado? Crocante, sem fumaça, sem medo. Aí é só esperar. Não mexe. Não abre. Só espera. E quando termina, você tem torresmo que nem o da feira. Só que limpo. E se quiser ver como faço o molho de mostarda com mel, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/torresmo-pressao.

5º. Carne assada que desfia, e o erro que eu nunca mais cometi

Eu já cozinhei carne por 2 horas e ela saiu seca. Achei que era falta de tempo. Depois descobri: era falta de descanso. A carne precisa de 15 minutos fora da panela, com a tampa fechada, antes de abrir. Aí o calor residual termina de cozinhar suavemente. Se você abrir logo que desliga, o vapor escapa, e a carne perde a umidade. É como abrir o pão quente demais. Vira migalha. E se desejar um pouco de fumaça, use um pouco de páprica defumada. Não é churrasco, mas é perto. E se quiser ver como faço a versão com café, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/carne-assada-pressao.

6º. Costelinha de porco cortada grande, e por que eu não gosto de pedaços pequenos

Todo mundo corta a costelinha em pedacinhos. Dizem que acelera. Mas eu acho que estraga. Quando você corta pequeno, a carne perde a textura. Ela vira massa. Mas se você deixa em pedaços grandes, o calor chega devagar, e a gordura derrete por dentro. Aí você tem um pedaço que se desfaz na boca, não na panela. E o alho e a cebola? Eu coloco em pedaços grandes também. Não em farofa. Em pedaços. Porque a panela não é um liquidificador. É um abraço. E se quiser ver como faço o molho de laranja com canela, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/costelinha-pressao.

7º. Cupim que não fica duro, e o que eu aprendi com o fogo baixo

Eu já cozinhei cupim em fogo alto. Ficou duro, com gosto de borracha. Depois, fui devagar. Fogo médio. E esperei. Aí descobri: o cupim não quer pressão. Ele quer tempo. A pressão só ajuda a acelerar o que já está acontecendo. Mas se você for agressivo, ele se fecha. E o segredo? Deixe a pressão sair sozinha. Nada de água fria. Nada de abrir antes. Deixe ela descansar. Aí você tem um cupim que parece que foi feito por alguém que ama. E se quiser ver como faço a versão com mel e alecrim, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/cupim-pressao.

8º. Frango que não vira borracha, e por que eu evito o peito

Peito de frango na pressão? Acho que é um erro de quem não conhece a carne. Ele vira borracha. Mas coxa e sobrecoxa? Elas têm gordura. Elas têm juízo. E se você fritar antes, mesmo que só um pouco, elas selam. Aí o molho de tomate entra, e em três minutos você tem um frango que parece que foi assado. Aí é só esperar. E se quiser, coloque uma pitada de páprica. Só uma. Ela dá cor e um sabor de churrasco sem fumaça. E se quiser ver como faço o molho de limão com coentro, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/frango-pressao.

9º. Arroz integral que não vira papinha, e o truque da água quente

Eu já fiz arroz integral com água fria. Ficou duro, com gosto de terra. Depois, usei água quase fervendo. E aí aconteceu: o grão se abriu. Não virou massa. Virou grão. Cada um contando sua história. O segredo? A água tem que estar quente, não fria, não morna. E a proporção? 2 para 1. Mas só depois de lavar bem. Se você não lavar, o amido vira cola. E se quiser, coloque uma folha de louro. Só uma. Ela esconde a terra. E se quiser ver como faço o arroz com cenoura ralada, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/arroz-integral-pressao.

10º. Bife que não vira sopa, e por que 10 minutos é o limite

Eu já deixei bife por 20 minutos. Saiu como se tivesse sido cozido no vapor. Ficou mole, sem sabor. Aí aprendi: 10 minutos, no máximo. Depois que a panela começa a chiar, você tem 10 minutos. Qualquer coisa a mais, e você perde a textura. E o molho de tomate? Tem que ser bem espesso. Se for líquido, vira caldo. E se quiser, coloque um pouco de vinagre balsâmico no final. Só uma colher. Ele dá brilho. E se quiser ver como faço a versão com mostarda, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/bife-pressao.

11º. Carne que se desfia, e por que eu não coloco temperos no começo

Eu sempre coloquei orégano, sal, pimenta… tudo junto. Achava que era mais prático. Mas o tempero queima no fundo. E a carne fica com gosto de fogão. Aí aprendi: só coloque sal e pimenta na carne. O resto, orégano, páprica, molho inglês, só depois de cozinhar. E o cheiro verde? Só na hora de servir. Aí você sente o sabor, não a queima. E se quiser, coloque um pouco de café solúvel. Só um grão. Ele aprofunda o sabor. A Daiane não perguntou. Mas comeu o prato inteiro. E se quiser ver como faço a versão com chocolate amargo, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/carne-desfia-pressao.

12º. Churrasco com carvão, e por que eu uso papel alumínio

Churrasco na panela? Parece loucura. Mas o carvão embrulhado em papel alumínio? É o que faz a mágica. Ele solta fumaça, mas não queima a panela. A carne fica com aquele cheiro de fogo, mas sem o risco de explodir. E as batatas? Elas não cozem no mesmo tempo. Por isso coloco depois. E se quiser, coloque um pouco de alecrim no carvão. Só um galho. Ele dá um cheiro de campo. E se quiser ver como faço a versão com molho de pimenta, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/churrasco-pressao.

13º. Arroz branco que não cola, e o que eu aprendi com o descanso

Eu sempre abria a panela logo que desligava. Achava que era mais rápido. Mas o arroz ficava grudado. Até que um dia, deixei ela fechada por 10 minutos. Só isso. E aí o vapor se distribuiu. O arroz soltou. Ficou como se tivesse sido feito no fogão. A dica? Nunca abra antes da pressão sair. E se quiser, coloque uma colher de manteiga no final. Só uma. Ela dá brilho. E se quiser ver como faço o arroz com cebola caramelizada, dá uma olhada aqui: sabornamesa.com.br/arroz-branco-pressao.

E aí, qual receita merece ser a primeira? Seja qual for, me conta nos comentários, se deu certo, se deu errado, se o seu cachorro tentou roubar o torresmo. Eu adoro saber como essas coisas viram memórias na sua casa.

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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