Descubra 15 maneiras incríveis de variar seu molho branco
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Requeijão que transforma tudo
Autor: Cozinhando com Dê Lola
Essa versão com requeijão foi uma descoberta que mudou meu molho branco pra sempre. Eu sempre achei que bechamel era coisa sofisticada demais, mas quando testei colocar requeijão no final, percebi que dava uma cremosidade diferente, mais aveludada.
O segredo é esperar o molho engrossar bem antes de adicionar o requeijão, senão ele pode talhar. E pode trocar por catupiry se quiser um sabor mais marcante. Uma colher bem generosa já faz milagres no sabor.
3º. Maisena para não empelotar
Autor: Amamos Cozinha
Para quem tem trauma de farinha empelotando, a maisena é a salvação. Eu mesmo já joguei fora várias panelas de molho que viraram pedra por causa da farinha mal dissolvida.
O truque é misturar a maisena com um pouco de leite frio antes de levar ao fogo. Assim ela dissolve completamente e não forma aqueles gruminhos chatos. Só cuidado com a quantidade, porque ela engrossa mais que a farinha.
Essa é para os amantes de queijo, e eu me incluo nesse time. Já testei com mussarela, parmesão, prato, até queijo minas fresco. Cada um dá uma personalidade diferente ao molho.
Espera o molho engrossar bem antes de adicionar o queijo, e desliga o fogo logo em seguida. O calor residual derrete perfeitamente sem separar a gordura. E no final, um queijo ralado por cima faz toda diferença visual e de sabor.
Bacon no molho branco é daquelas combinações que parecem óbvias só depois que você prova. A gordura que o bacon solta na frigideira pode ser usada no lugar da manteiga, dando um sabor defumado incrível.
Eu gosto de fritar o bacon bem crocante, reservar um pouco para salpicar por cima depois, e usar a gordura restante para fazer a base do molho. Fica com aquele sabor que lembra café da manhã de hotel, sabe?
A noz moscada é aquele ingrediente que você nem percebe que está lá, mas faz uma falta enorme quando falta. Ela dá profundidade ao sabor, corta a gordura do leite e deixa tudo mais aromático.
Rala na hora, se possível. E vai com calma, meia raspadinha já basta. Já exagerei uma vez e o molho ficou com gosto de remédio. Aprendi na marra.
Usar batata amassada no lugar da farinha foi uma revelação. O molho fica mais leve, menos encorpado, mas igualmente cremoso. Perfeito para quem quer reduzir glúten ou simplesmente experimentar algo diferente.
A batata deve estar bem quente quando for incorporada, senão não dissolve direito. E vai adicionando aos poucos até chegar na consistência que você gosta.
Brócolis no molho branco é clássico, mas tem um segredo: cozinhe os brócolis no vapor, não na água, para não perder o sabor e a textura. E adicione só no final, misturando delicadamente.
Gosto de deixar os floretes pequenos para distribuir melhor, e sempre reservo alguns para decorar por cima. Fica lindo e mais interessante de comer.
Calabresa frita na manteiga antes de fazer o molho é um truque que aprendi com um amigo gaúcho. A linguiça solta uma gordura saborosa que substitui parte da manteiga, e o sabor defumado impregna todo o molho.
Corte em cubinhos bem pequenos e frite até ficar douradinha. Se quiser mais picante, use calabresa mais ardida. Fica perfeito com penne ou nhoque.
Usar creme de cebola no lugar da farinha foi uma daquelas ideias de desespero, estava sem farinha, que deu certo. O sabor fica incrível, com um toque onion que lembra sopa de cebola.
Não precisa temperar com sal adicional, porque o creme de cebola já é bem temperado. E mexa sem parar, porque ele queima fácil no fundo da panela.
Essa versão com frango é quase uma refeição completa. Uso peito de frango cozido e desfiado, mas já testei com sobras de frango assado e ficou ainda melhor.
O segredo é temperar bem o frango antes de adicionar ao molho. Alho, cebola, salsinha, tudo que você gosta. E deixa o molho engrossar bem com o frango já dentro, para os sabores se integrarem completamente.
Para quem tem preguiça de ficar mexendo ou sempre forma grumos, o liquidificador é a solução. Bata todos os ingredientes frios e depois leve ao fogo para engrossar.
Funciona surpreendentemente bem, e o molho fica liso como seda. Só não bata por muito tempo para não incorporar ar demais, e mexa sempre quando estiver no fogo para não queimar.
Sim, dá para fazer molho branco no micro-ondas e fica bom. É minha opção para aqueles dias que chego em casa morto de cansado e quero algo rápido.
Use uma vasilha bem grande porque o leite sobe quando aquece. E vai parando para mexer a cada 30 segundos. Não fica tão cremoso quanto no fogão, mas quebra um galho enorme.
Couve-flor no molho branco é uma maneira genial de fazer crianças, e adultos, comerem legumes sem perceber. Cozinhe a couve-flor até ficar bem macia, bata no liquidificador com um pouco do leite do molho, e depois incorpore ao resto.
O sabor fica suave, quase imperceptível, mas o molho ganha nutrientes extras e uma cor cremosa linda. Engana qualquer um.
E aí, qual dessas variações você mais curtiu? Eu tô entre a com requeijão e a de calabresa, mas confesso que a sardinha me surpreendeu demais. Se testar alguma, volta aqui pra contar como foi sua experiência, adoro trocar ideias sobre essas descobertas culinárias!
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