16 Receitas Com Milho Verde COM Muitas Opções Para Usar Na Criatividade

Conheça toda a versatilidade desse alimento que faz parte de toda nossa vida.
16 Receitas Com Milho Verde COM Muitas Opções Para Usar Na Criatividade
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Você já colocou milho verde no liquidificador e ficou com medo de virar uma sopa de plástico? Eu já. Achei que ia sair um creme que parecia tinta de parede. Mas descobri que o segredo não está no liquidificador, está na paciência de refogar o alho e a cebola até eles sussurrarem.

Milho verde não é só ingrediente. É um pedaço de verão que você guarda na geladeira. Quando ele se mistura com leite, manteiga e um pouco de maisena, vira algo que parece feito em restaurante, mas saiu da sua cozinha, sem pressa, sem complicação.

E quando você coloca o creme de leite por último, desligado o fogo… é aí que ele vira seda. Nada de textura estranha, nada de grumos. Só cremosidade, doce, quente, que pede pão de forma e silêncio.

Se já tentou e deu errado, ou se nunca ousou, me conta nos comentários. Será que o erro foi o liquidificador, ou só a coragem?

Creme de Milho: um espetáculo entre as receitas com milho verde

Rendimento
5 porções
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 8 marcados

Tudo que você precisa está no mercado da esquina. Pode até usar milho enlatado de marca genérica, o sabor não vai mudar, só o preço. A dica real é: não pule o refogado. Se fizer isso, vai acabar com um creme que parece água de milho com gosto de quase nada.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200g (1/5 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 32.5g 11%
   Fibra Dietética 3.8g 15%
   Açúcares 8.2g 16%
Proteínas 6.8g 14%
Gorduras Totais 14.2g 26%
   Saturadas 8.5g 38%
   Trans 0g 0%
Colesterol 45mg 15%
Sódio 680mg 28%
Potássio 320mg 7%
Cálcio 125mg 10%
Ferro 1.2mg 7%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem carne animal
  • Sem Glúten: Naturalmente sem trigo
  • Boa Fonte de Fibras: Auxilia digestão
  • Energético: Carboidratos para disposição

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – Principalmente do creme de leite
  • Sódio moderado – Atenção hipertensos
  • Contém lactose – Leite e creme de leite
  • Insight: Rico em carboidratos energéticos, ideal para dias frios; versão light possível com substituições

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Prepare o creme de milho:

  1. Pegue o milho, escorra bem e jogue o líquido da lata no liquidificador, não jogue fora, ele dá corpo. Depois, adicione o caldo de galinha em pó, a maisena e o leite. Bata por uns dois minutos, até ficar homogêneo, tipo um creme de milho líquido. Reserve.
  2. Enquanto isso, aqueça uma panela média em fogo médio. Adicione a manteiga, a cebola e o alho. Mexa devagar, só o suficiente pra não queimar. A gente não quer alho carbonizado, quer o cheiro que ele solta quando tá quase dourado, isso é o segredo. Leva uns 5 minutos, talvez mais, depende da sua paciência.
  3. Quando a cebola começar a ficar translúcida e o alho cheirar bem, despeje o creme de milho que você bateu. Mexa bem, sem parar, e deixe ferver. Se tiver grumos, não se assuste, ainda não é tarde. Ainda dá pra consertar.
  4. Cozinhe por uns 5 minutos, até engrossar um pouco. Prove. Se precisar de mais sal, ajuste agora. E coloque um pouco de pimenta-do-reino, só uma pitada, porque o caldo já é salgado. Depois, desligue o fogo.
  5. Com a panela fora do fogo, adicione a caixa de creme de leite. Mexa devagar, até sumir. Não volte a acender o fogo, se fizer isso, o creme de leite pode separar. Já aconteceu comigo, e não foi bonito.
  6. Por fim, jogue a salsinha por cima, mexa só uma vez, e sirva quente. Pode ser com pão, com arroz, ou só numa tigela, na frente da TV. Eu já comi assim, com Titan tentando me roubar da colher.

Se você já tentou fazer creme de milho e saiu parecendo leite com farinha, não se sinta sozinho. Eu já fiz isso. Achei que o liquidificador ia resolver tudo, mas o que realmente transforma é o tempo que você dá pro alho e à cebola. Eles não são só tempero, são a base. Se você pular isso, o prato inteiro fica em dúvida.

Se fez e deu certo, me conta nos comentários: você usou milho fresco? Ou foi da lata? E qual foi o momento que você decidiu que era hora de comer? Porque às vezes, o melhor prato não é o mais bonito, é o que você comeu depois de um dia difícil, sem querer, só por fome e por conforto.

Quanto custa em calorias esse abraço de milho?

Uma porção desse creme de milho fica em torno de 285 calorias (conforme nossa tabela nutricional completa). Se quiser reduzir, troque o creme de leite comum por light ou até por iogurte natural. Mas sério, vale cada caloria!

Quanto tempo dura esse creme?

Na geladeira, dura até 3 dias se guardado em pote fechado. Se congelar (sim, dá certo!), aguenta 1 mês - mas a textura pode ficar um pouquinho mais grossa. Dica: descongele na geladeira e depois aqueça mexendo bem com um fio de leite.

Sem lata? Sem problema!

Milho fresco fica INCRÍVEL nessa receita. Use 4 espigas grandes (cerca de 3 xícaras de grãos). E se for vegano: troque o creme de leite por leite de coco e o caldo de galinha por caldo de legumes. Fica tão bom que até minha sogra (que é carnista hardcore) aprovou!

Truque secreto do milho cremoso

Bateu no liquidificador e ficou com aqueles pedacinhos de milho? Passe pela peneira antes de levar ao fogo. E se quiser ultra-cremoso: adicione 1 batata cozida ao bater. Minha Daiane adora assim - diz que fica "tipo veludo".

Pare! Não cometa esses 3 erros

1) Colocar o creme de leite com o fogo ligado - vira sopa de coalhada. 2) Usar milho escorrido sem o caldo - perde todo o sabor. 3) Cozinhar em fogo alto - gruda no fundo e fica com gosto de queimado. Já fiz os três, aprendi na marra!

O que servir com esse creme?

Pão de queijo caseiro é match perfeito. Ou vai de torradinhas crocantes. No jantar, coloque um filé grelhado em cima - fica gourmet sem esforço. E bebida? Chopp gelado se for happy hour, suco de maracujá pra equilibrar a cremosidade.

Quer dar uma turbinada?

Joga bacon picado por cima. Ou mistura cubos de queijo minas meia cura no final. Minha versão favorita: coloque pimenta biquinho e um fio de azeite trufado antes de servir - parece de restaurante chique!

Dietas especiais? Sem stress!

Low carb: usa milho baby (menos carboidrato) e espessante de xanthan gum. Sem lactose: leite e creme de leite zero lactose. Proteico: bata com whey protein sabor natural (sim, funciona!). Glúten free? Já é, mas confira os rótulos dos caldos.

O ponto crítico: hora do creme de leite

Esse passo assusta, mas é simples: DESLIGUE O FOGO antes de adicionar. Mexa bem até incorporar. Se por acaso talhar (acontece até com chef!), bata no liquidificador com 1 cubo de gelo - salva 90% das vezes. Já salvou meu jantar de domingo assim!

Sobrou? Transforma!

Vira recheio de panqueca ou torta. Ou congela em forminhas de gelo pra usar como base de sopa depois. As cascas de cebola e alho? Lava e faz um caldo caseiro. Zero desperdício!

Modo MasterChef em 1 minuto

Finalize com milho torrado (joga os grãos numa frigideira seca até dourar) e folhas de manjericão roxo. Parece aqueles pratos que custam R$50 no bistrô - mas saiu por menos de R$10!

2 segredos que ninguém conta

1) O creme fica mais saboroso no dia seguinte - os temperos "casam" melhor. 2) Se bater com a tampa do liquidificador mal fechada, seu teto vira um mural abstrato de creme de milho. Pergunte como eu sei...

De onde veio essa delícia?

O creme de milho tem DNA indígena (os nativos já faziam mingaus com milho), mas ganhou cara brasileira com os laticínios. No Nordeste, levam coco; no Sul, bacon. A versão enlatada surgiu nos EUA nos anos 1950 - mas caseiro é 1000x melhor!

Perguntas que sempre me fazem

"Posso fazer sem liquidificador?" Sim, amasse o milho com garfo e coe. "Dá pra usar milho doce?" Dá, mas fica muito adocicado - compensa com mais pimenta. "Congela bem?" Como disse antes, sim, mas textura muda um pouco.

Harmonização surpresa

O doce do milho combina com: picante (pimenta dedo-de-moça), ácido (limão siciliano) e defumados (paprica defumada). Experimente polvilhar um pouco de cada - parece mágica na boca!

Confissões de quem já queimou o creme

Uma vez coloquei alho demais e ficou parecendo sopa de antivampiros. Outra vez esqueci a maisena e virou "sopa de milho aguada". Mas o pior foi quando confundi açúcar com sal... Enfim, todo mundo erra - o importante é rir depois!

Sabia que...

O milho usado em latas é colhido no ponto ideal e processado em poucas horas - por isso mantém o sabor. E a maisena? Ela foi patenteada em 1844 nos EUA, mas os maias já usavam milho como espessante séculos antes!

E aí, bora fazer esse creme que é puro conforto? Conta nos comentários como ficou o seu - e se descobriu alguma variação matadora! Se postar no Instagram, marca @sabornamesaoficial pra gente ver seu talento (e quem sabe te destacar nos stories!).

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Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Curau, o doce que eu achava que só minha avó sabia fazer

autor: Nhac GNT

Eu sempre usei água pra cozinhar o milho. Achei que era o jeito certo. Até que vi o vídeo do Nhac e ele disse: “use leite”. Só isso. E aí, o milho não só solta o sabor, ele se transforma. O leite não é só líquido, é o que dá a seda. Eu tentei com leite integral, depois com vegetal, e o integral ainda vence. A canela no final? Não é só cheiro. É o que faz você lembrar de domingo de tarde, quando a casa ainda tinha aquele cheiro de açúcar queimado no fundo da panela. Acho que foi isso que minha mãe fazia. Talvez. Não lembro direito. Mas o curau? Ele sempre volta.

3º. Milho torrado, o que acontece quando você para de pensar que é só para festa junina

autor: Clemildes Costa

Eu comprei uma frigideira de ferro fundido por causa do churrasco. Nunca imaginei que viraria minha máquina de fazer milho torrado. O segredo? Ela tem que estar quente, tão quente que quando você coloca uma gota d’água, ela dança. Não é só fogo. É calor. E o milho? Ele tem que estar seco. Se tiver um pouquinho de umidade, vira um pedaço de borracha. Eu já fiz isso. E fiquei com vergonha. Agora, antes de colocar na panela, seco com pano. E não coloco sal antes. Só depois. Porque se colocar cedo, ele fica amargo. Acho que é isso. Talvez. Não tenho certeza. Mas o resultado? É o único lanche que o Titan chega perto e desiste. Ele sabe que não é pra ele.

4º. Bolo de milho de latinha, o que eu faço quando não tenho tempo, mas quero sentir que cozinhei

Eu sempre acho que bolo precisa de espigas frescas. Que só assim é verdadeiro. Mas o Rec. de Pai me mostrou que a latinha não é fraqueza, é inteligência. O milho batido na lata já vem com o suco, o açúcar e o ovo misturado direto. Não precisa de batedeira. Não precisa de peneira. Só coloca tudo na forma e leva ao forno. E o resultado? É um bolo que parece que você passou uma hora nele. Mas foi só 40 minutos. A dica? Não abra o forno antes dos 30. Eu já abri. E o bolo desceu como se tivesse sido triste. Depois disso, só espero. E quando ele sobe? É só o cheiro que me convence que valeu a pena.

5º. Farofa, o que acontece quando você põe milho no lugar errado e ele vira o certo

Eu sempre usei farinha de milho para fazer farofa. Mas essa receita? Ela usa milho verde cozido, desgrudado da espiga, e mistura com bacon e cenoura. É como se a farofa tivesse ganhado um coração. Não é só crocante, é doce, salgado, com um toque de terra. Eu tentei com cenoura crua. Ficou dura. Aí descobri: tem que refogar. Devagar. Como se estivesse contando história. E o bacon? Não pode ser muito. Só o suficiente para dar o sabor, não o peso. Acho que é isso. Talvez eu tenha exagerado uma vez. E o Titan ficou encostado na perna, esperando. Não dei. Mas ele não me olhou mais nos olhos por dois dias.

6º. Cuscuz, o prato que eu nunca pensei que poderia ser leve

Eu achava que cuscuz era só para comer com feijão. Que era pesado. Que era de quem tinha tempo. Mas esse vídeo me mostrou que pode ser fresco. Que pode ser feito com milho verde picado, misturado com ervas, e servido frio. É como se o cuscuz tivesse virado salada. E não é só isso: o segredo é o vapor. Não ferva a água. Deixe ela ferver, desligue, e deixe o cuscuz absorver o calor. Aí, ele fica soltinho. Não grudado. Não empapado. Eu já fiz com água quente direto. E ficou como massa de pão. Não foi bonito. Mas agora? É o que eu faço quando quero algo que não pesa, mas que ainda dá a sensação de que a cozinha respirou.

7º. Suco, o que acontece quando você para de achar que milho só serve pra comer

Eu já bati milho no liquidificador e joguei fora. Achava que era só para fazer creme. Mas esse suco? É diferente. Não é doce. Não é grosso. É como se o milho tivesse se desfeito em água, mas mantido o sabor. A dica? Use o milho bem fresco. E não bata muito. Se bater demais, vira um líquido que parece tinta. Eu já fiz isso. Fiquei com medo de beber. Mas quando acerta? É como se você estivesse bebendo verão. E o melhor? Não precisa de açúcar. Só um pouco de sal. Acho que é isso. Talvez. Não lembro se foi nessa vez. Mas o copo ficou vazio. E eu não me arrependi.

8º. Bolo de milho low carb, o que eu fiz quando a Daiane disse que não podia comer açúcar

Eu pensei que bolo sem açúcar era um sacrifício. Mas esse aqui? Ele é doce sem ser doce. O milho já traz o sabor. E o adoçante? Só um pouquinho. O segredo? A farinha de amêndoa. Não é só para substituir. É para dar textura. Eu usei farinha de trigo na primeira vez. Ficou pesado. Como um pão de centeio. Depois disso, só a amêndoa. E o forno? Baixo. Muito baixo. Se não, ele resseca. Acho que é isso. Talvez. Não tenho certeza. Mas o bolo sumiu. E a Daiane não disse nada. Só sorriu. E eu entendi que às vezes, o que a gente acha que é limitação… é só uma nova porta.

9º. Broa, o pão que eu não sabia que precisava de um pouco de fogo e muito de paciência

Eu sempre comprei broa. Achava que era difícil. Que precisava de forno de lenha. Mas esse vídeo me mostrou que é só misturar, esperar e assar. O segredo? A farinha de milho tem que ser grossa. A de polenta. E o fermento? Não pode ser muito. Só o suficiente para que ela suba devagar. Se você apressar, ela fica com gosto de terra. Eu já fiz isso. E fiquei com vergonha. Agora, deixo a massa descansar. Pelo menos uma hora. E quando coloco no forno? Não abro. Nem por um segundo. A crosta? Ela vem sozinha. E o cheiro? É o cheiro da casa. Daquele cheiro que você não sabe por que, mas faz você querer sentar na mesa e não levantar mais.

Se você chegou até aqui, provavelmente já tentou alguma dessas. Ou vai tentar. Se fizer, me conta: qual foi a que você achou que não ia dar certo… e deu? E qual você vai fazer na próxima vez que o milho estiver na geladeira, e você não sabe o que fazer? A cozinha não é sobre acertos. É sobre tentar. E às vezes, o que parece simples… é o que mais nos salva. Deixa nos comentários. Eu leio tudo. E se tiver uma receita que eu não mencionei? Me conta também. Quero saber o que mais o milho consegue virar.

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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