10 Receitas Com Fécula de Mandioca E Inovadores Pratos Doces e Salgados

Uma harmonia entre saúde e sabor, esse versátil ingrediente é a solução perfeita para os seus problemas na cozinha.
10 Receitas Com Fécula de Mandioca E Inovadores Pratos Doces e Salgados
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Algumas vezes, a cozinha pede um ingrediente coringa, daqueles que salva a receita e ainda dá um toque especial. A fécula de mandioca é exatamente isso na minha experiência. Lembro de uma vez, fazendo um bolo no apartamento, que a farinha de trigo simplesmente acabou. Peguei a fécula meio sem expectativa e o resultado me surpreendeu completamente.

O que aprendi, e reforçei num curso de confeitaria que fiz, é que a fécula de mandioca traz uma maciez incrível, uma textura leve que quase derrete na boca. Ela é o segredo para um bolo de queijo, como esse da receita, ficar com um interior úmido e aerado, sem pesar. A muçarela ralada, nesse contexto, vira uma jóia, derretendo e criando fios de sabor em cada pedaço.

É uma daquelas receitas que parece simples, mas o resultado tem um quê de sofisticação caseira. Vale cada minuto no forno. O passo a passo está logo abaixo, pra você provar essa experiência. Depois me conta se concordou comigo, certo?

Receita de bolo com fécula de mandioca: Saiba Como Fazer

Rendimento
15 porções
Preparação
50 min
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 10 marcados

Essa é uma daquelas receitas que você provavelmente já tem tudo em casa, menos, talvez, a fécula. Mas ela vale a compra. A muçarela ralada na hora derrete melhor e cria aqueles fios deliciosos dentro do bolo. Se comprar já ralada, fica um pouco mais seca, mas ainda funciona.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 70g (1 fatia de 15)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 205 kcal 10%
Carboidratos Totais 16.8g 6%
   Fibra Dietética 0.5g 2%
   Açúcares 4.2g 8%
Proteínas 7.8g 16%
Gorduras Totais 11.9g 15%
   Saturadas 4.5g 23%
   Trans 0g 0%
Colesterol 75mg 25%
Sódio 180mg 8%
Cálcio 185mg 15%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Sem Glúten: Fécula de mandioca é naturalmente gluten-free
  • Moderado em Carboidratos: Opção mais leve que farinhas tradicionais
  • Boa Proteína: Combinação de ovos e queijo
  • Energia Rápida: Carboidratos de média absorção

Alertas & Alérgenos

  • Contém lactose (queijo muçarela) e ovos
  • Gordura saturada – 23% VD por porção
  • Insight: Comparado ao bolo tradicional, tem menos carboidratos e mais proteínas. Ideal para lanches proteicos!

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Preaqueça e prepare a forma: Primeiro, liga seu forno a 180°C. Pega uma forma redonda com furo no meio, de uns 24 cm, e unte bem com óleo usando um pedaço de papel toalha. Depois, polvilhe uma colher de fécula de mandioca e chacoalhe a forma para cobrir toda a superfície untada. Bate o excesso. Isso cria uma camada antiaderente perfeita.
  2. Bata a base líquida: No liquidificador, coloca os ovos, o óleo, o leite, a pitada de sal e as quatro colheres de açúcar. Bate por cerca de 1 minuto, até ficar bem homogêneo e com uma espuminha por cima. Não precisa exagerar.
  3. Incorpore a fécula e o queijo: Com o liquidificador ainda ligado em velocidade baixa, vai adicionando a fécula de mandioca pelas aberturas da tampa. Deixa bater até incorporar, vai ficar uma massa bem lisa. Aí, adiciona o queijo muçarela ralado. Bate só o suficiente para misturar, uns 15 segundos. Aqui é bom. A massa fica grossa com o queijo, quase como uma goma. É normal, não se assusta. O liquidificador pode chiar um pouco, mas tudo bem.
  4. Adicione o fermento e finalize: Desliga o liquidificador. Peneira o fermento em pó por cima da massa dentro do copo. Agora, liga novamente em pulsos curtos, tipo um, dois, três, quatro. Isso é só para misturar o fermento sem desenvolver muito a massa. Para tudo.
  5. Asse: Despeje a massa na forma que você preparou. Ela vai ser bem espessa, então pode ajudar com uma espátula. Leva ao forno preaquecido no mesmo rack do meio. Deixa assar por uns 40 a 45 minutos. O tempo exato depende muito do forno. O meu ponto é quando a superfície tá bem dourada e firme ao toque, e um palito inserido no centro sai limpo. Se depois de 40 minutos a superfície já estiver dourada mas o palito ainda molhado, pode cobrir levemente com papel alumínio e deixar mais uns 5 minutos.
  6. Esfrie e sirva: Tira do forno e deixa o bolo esfriar na própria forma por uns 15 minutos. Isso é importante pra ele firmar. Depois, passa uma faca fina nas bordas, vira sobre um prato e desenforma. Deixa esfriar completamente antes de cortar, se você tiver paciência. Eu quase nunca tenho, e fica bom morno também.

O que sempre me pega nesse bolo é a textura contrastante. Por fora fica com uma casquinha fina e dourada, mas por dentro é pura maciez, úmido e cheio daquele queijo derretido que se puxa. É um negócio simples, mas que entrega uma satisfação enorme, sabe? Parece feito com muito mais trabalho do que realmente é.

Fez aí na sua casa? Me conta se a dica de bater o fermento em pulsos fez diferença e como ficou o ponto do seu. Às vezes ele racha um pouco no topo, o que é normal e até charmoso. Tira uma foto e comenta aqui embaixo, adoro ver os resultados da galera.

Quanto custa em calorias?

Cada fatia desse bolo de fécula de mandioca tem aproximadamente 205 kcal (considerando 15 porções). Se quiser reduzir, troque o queijo muçarela por ricota light e use óleo de coco. Para informações nutricionais completas, consulte nossa tabela detalhada. Mas sério, vale cada caloria!

Quanto tempo dura esse bolo?

Na geladeira, ele fica perfeito por até 3 dias – embrulhado em filme ou potinho hermético. Se congelar (sim, dá certo!), dura 1 mês. Dica da Daiane: esquenta 15 segundos no micro antes de servir que fica igual ao saído do forno.

Sem muçarela? Sem problemas!

O queijo é o coringa, mas dá pra improvisar: queijo minas frescal ralado fica mais leve, parmesão dá um toque salgado incrível ou, para veganos, tofu temperado com sal e levedo nutricional. Já testei todos!

Hack que ninguém te conta

Bateu a massa e ficou muito líquida? Junta 1 colher de sopa de fécula extra. Se ficou grossa, coloca leite aos poucos. Essa massa é tão versátil que até errando fica bom. Confia!

Onde todo mundo erra (e como acertar)

1) NÃO unte a forma só com óleo – a fécula evita que o bolo grude feito chiclete. 2) Fermento vai POR ÚLTIMO, senão o bolo não cresce. 3) Forno frio = bolo borrachudo. Pré-aqueça sempre!

Versões para todo mundo

• Low carb: troca a fécula por farinha de amêndoas + 1 colher de psyllium
• Sem lactose: usa queijo vegano e leite vegetal
• Proteico: coloca 2 colheres de whey protein baunilha no lugar de 2 colheres de fécula

O pulo do gato

Na hora de bater no liquidificador: comece no mínimo e vá aumentando. Se jogar tudo de uma vez, a fécula voa e vira nuvem de poeira na cozinha. Pergunta como eu sei...

Quer surpreender? Faz assim

• Doce: dobra o açúcar e bota canela + raspas de laranja
• Salgada: tira o açúcar, colora com açafrão e pimenta do reino
• Festa: assa em forminhas de cupcake e decora com tomate seco

Combina com o quê?

Café preto (óbvio!), chá mate gelado com limão ou, se for a versão doce, sorvete de creme. Para brunch, corta em cubos e serve com mel e frutas. Arrasa!

Sobrou? Transforma!

• Pudim de bolo: umidece com leite, cubra com ovos batidos e leva ao forno
• Torradinhas: corta fino e assa até ficar crocante
• Farofa doce: esfarela e mistura com manteiga e canela

Você sabia?

1) A fécula de mandioca é um segredo indígena – os povos originários já usavam como base de receitas há séculos! 2) Esse bolo NÃO fica com gosto de mandioca, o queijo domina o sabor. Mágica!

De onde veio essa maravilha?

É uma adaptação dos bolos de queijo coloniais, que usavam farinha de trigo. A versão com fécula surgiu no interior de Minas como opção mais leve. Hoje é hit em SP – até a padaria gourmet do bairro já copiou!

Se tudo der errado...

Bolo afundou? Vira base de torta salgada. Queimou embaixo? Rala a parte de cima e faz "farofa" gourmet. Ficou cru? Corta em pedaços e refoga na frigideira como panqueca. Nada se perde!

O que combina com esse sabor?

O contraste é rei: doçura do café com o salgado do queijo, acidez de uma goiabada cascão ou o crocante de castanhas por cima. Minha combinação secreta? Pimenta biquinho em conserva!

Confissões de cozinha

Na primeira vez, esqueci o fermento. Virou um tijolo comestível. Na segunda, exagerei no queijo e virou uma pizza sem massa. Terceira foi a charmosa! Moral da história: persistência (e queijo extra) sempre vencem.

Perguntas que me fazem sempre

Pode congelar? Pode! Em fatias individuais.
Forma retangular dá certo? Dá, mas assa mais rápido – fica de olho!
Por que meu bolo ficou úmido? Ou faltou cozimento ou bateu demais a massa.

Curiosidade que ninguém pergunta

A fécula de mandioca é um amido puro – por isso o bolo fica tão fofinho sem glúten. E o queijo? Derrete e cria bolsinhas de ar que deixam a textura incrível. Ciência gostosa!

Bora fazer?

Agora que você sabe tudo, conta pra gente: vai testar qual versão primeiro? Se inventar alguma variação maluca, compartilha aqui nos comentários. E se queimar igual eu queimei na primeira vez, tira foto e marca @sabornamesaoficial – adoro uma história de superação culinária!

Depois de fazer o bolo de queijo, que tal explorar todo o universo da fécula? Ela faz mágica em outras receitas.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Aquele pão de queijo que não pesa no estômago

autor: Tatiana Martins

Eu sempre fui do time que acha pão de queijo com muita gordura meio indigesto, sabe? Até testar versões como essa. O que me conquistou aqui foi justamente o equilíbrio. A fécula dá aquela elasticidade gostosa sem precisar de toneladas de óleo, e o queijo ralado segura o sabor. Fica leve, mas não perde a graça.

Uma dica que aprendi, meio por acaso, é usar o leite bem quente mesmo, quase fervendo. Isso cozinha a fécula um pouquinho só na mistura e ajuda a dar aquele ponto de massa que não gruda tanto nas mãos na hora de enrolar. Já salva a paciência de qualquer um. É uma receita coringa pra quando bate aquela vontade de quentinho e você não quer se sentir pesado depois.

3º. Biscoito amanteigado que some da lata

autor: RECEITAS DA KÉSSIA

Confesso que tinha certo preconceito com biscoito de fécula, achava que ficaria muito “seco”. Que engano. A Késsia mostra que a mágica está na proporção certa com a margarina e os ovos. O resultado é um biscoito que é crocante por fora, mas tem um interior meio arenoso, sabe? Daqueles que derretem na língua e você nem vê quando começa a comer.

O coco ralado aqui não é só coadjuvante, ele dá uma umidade e um perfume que cortam a doçura, fica perfeito. Faço um lote e guardo num pote fechado, dura uma semana fácil — bem, na teoria, porque aqui em casa some em dois dias. Se quiser variar, joga uns pedacinhos de chocolate meio amargo na massa antes de assar. Fica um absurdo.

4º. Bolo salgado para o lanche da tarde (ou da noite)

Essa receita resolve um problema clássico: o que fazer quando chega visita de surpresa e você não tem muito em casa? Com fécula, ovos, leite e um queijo qualquer na geladeira, você monta um bolo salgado quentinho em poucos minutos. A textura fica incrivelmente fofinha, quase como um pão de ló salgado.

A dica da Del sobre a erva-doce é genial. Parece coisa de vó, mas acredita, transforma o sabor. Dá um toque fresco e aromático que combina demais com um café coado. Já fiz assim pra um café da tarde improvisado com a Daiane, e ficamos surpresos como algo tão simples pode ser tão gostoso e parecer tão cuidado. É pura simplicidade que engana.

5º. Pão caseiro sem glúten, sério mesmo

Quando você vê a lista de ingredientes — basicamente fécula, água e sal — acha que não vai dar certo. Eu também duvidei. Mas a Laurinha mostra que a técnica é tudo. A água precisa estar bem quente, quase fervendo, pra “cozinhar” o amido e formar uma massa manuseável que, no forno, cresce e fica com casquinha.

O grande lance aqui é que ele é naturalmente sem glúten, sem lactose e sem óleo. Perfeito pra quem tem restrições ou só quer uma opção mais leve. Não espere um pão de trigo fofinho, é outra experiência. Ele é mais denso, tipo um pão de queijo sem o queijo, e combina absurdamente bem com patês e queijos fortes. Uma descoberta que vale a pena.

6º. Bolo de liquidificador: maciez garantida

Se tem uma coisa que essa receita evita é o bolo pesado e embatumado. A fécula no liquidificador com os outros ingredientes cria uma massa tão lisinha que, ao assar, vira uma nuvem. Eu sempre faço esse para dias de semana, porque é rápido e o resultado é consistente — nunca falha.

O queijo ralado, que parece sumir na massa, na verdade derrete e forma uns fiapos de sabor dentro do bolo, é uma delícia. Já testei com parmesão e com um queijo prato mais suave, e ambos ficaram bons. É a prova de que você não precisa de 15 ingredientes diferentes para fazer um bolo salgado memorável. As vezes o simples é imbatível.

7º. Biscoito de sal mineiro (o de verdade)

Na contramão da opinião popular, biscoito de polvilho bom não é só aquele que incha igual um balão. Esse da SÔ Mineira é daqueles mais baixinhos, crocantes por fora e com um miolo que parece areado, sabe? A textura é viciante. Ele não é muito salgado, então é perfeito para comer puro ou com um queijo minas.

Aprendi com ela que o segredo tá em não ter pressa na hora de misturar a água quente na fécula. Tem que ir aos poucos, mexendo bem, até sentir que a massa tá no ponto de modelar. Se ficar muito mole, adiciona um pouquinho mais de fécula. É um daqueles biscoitos que você faz uma vez e já vira tradição em casa, principalmente nos fins de semana.

8º. Biscoito doce frito: a combinação improvável

Doce, frito e com queijo na massa. Soa estranho? Eu também achei. Mas é uma daquelas surpresas gostosas da culinária. O queijo aqui não é pra ficar salgado, ele dá um sabor complexo e uma textura única que corta a doçura do açúcar de fora. Fica crocante por fora, macio por dentro e impossível de comer só um.

É a receita ideal para um domingo preguiçoso ou quando você quer impressionar sem muito trabalho. Só um aviso: o perigo de comer tudo sozinho é real. Deixa esfriar um pouquinho só pra não queimar a língua, mas coma ainda morno. Acredite, faz diferença.

9º. Massa de pizza que não vira borracha

Já tentou fazer massa de pizza sem glúten e ela ficou com uma textura de borracha ou quebradiça? Esse é o problema que essa receita resolve. A mistura de fécula com ovos e um pouquinho de aveia cria uma base que é firme, dá pra segurar na mão, mas não fica pesada.

Ela não vai crescer como uma massa de trigo, então espere uma pizza mais estilo “torta”, fininha e crocante nas bordas. A liberdade aqui é enorme: como ela é neutra, aceita bem qualquer topping. Já fiz com frango desfiado e catupiry e ficou um espetáculo. É uma saída rápida e sem complicação para a noite de pizza em casa.

10º. Beiju (ou tapioca) que não rasga

O erro comum com tapioca é ela rasgar toda na hora de virar ou ficar com uns buracos que deixam o recheio escapar. Usar a fécula de mandioca pura, como a Cacau ensina, muda o jogo. A massa fica mais maleável e resistente, e o sabor é mais autêntico, aquele gostinho de mandioca de verdade.

O truque tá na peneira. Peneirar a fécula direto na frigideira quente é o segredo para uma camada uniforme, sem gruminhos. E não precisa de gordura nenhuma na frigideira, a massa não gruda. É a solução mais rápida e saudável para um café da manhã ou lanche. Minha sugestão? Recheia com banana e uma pitada de canela, ou então com um queijo coalho derretido. Não tem erro.

E aí, qual dessas vai ser a primeira a testar na sua cozinha? Tem desde o café da manhã até a pizza da noite, tudo com o mesmo ingrediente coringa. Depois que fizer uma, volta aqui pra contar o que achou, ou se descobriu alguma variação bacana. Adoro trocar ideias sobre isso nos comentários!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

Pedro Alves
0 Pedro Alves
Fécula de mandioca é amido de mandioca, certo? Comprei no mercado e deu certo.
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Juliana Karina
0 Juliana Karina
Faltou óleo, usei manteiga derretida. Deu certo também, pessoal
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