16 Incríveis Receitas com Ervilha Torta + Opções para deixar seu prato mais saboroso e sofisticado

Você vai aprender a preparar uma receita que muitas pessoas nunca tiveram o prazer de experimentar e que vão se encantar
16 Incríveis Receitas com Ervilha Torta + Opções para deixar seu prato mais saboroso e sofisticado
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Ervilha torta com ovo? Parece coisa de mãe que não tinha muito o que colocar no prato. Até você provar uma que sai da panela como um omelete de primavera, com aquela doçura suave que não parece de legume.

Já fiz isso com ervilha enlatada, congelada, fresca da feira. A que virou referência? A fresca, bem lavada, sem as pontas, e só depois coloco os ovos por cima, sem mexer. O segredo é deixar cozinhar em fogo baixo, tampado. A gema fica mole, a ervilha solta um sabor que parece que a panela respira.

Fiz semana passada. Minha esposa olhou, fez cara de “não acredito que você fez isso de novo”, provou, e foi só silêncio. Depois pediu para eu repetir no domingo. Ela não gosta de legumes, mas essa? Ela comeu até a última ervilha.

Não é uma receita para dieta. Não é para impressionar. É pra quando você quer sentir que a comida ainda tem alma. E se você ainda acha que ervilha torta é só para ensopado, talvez esteja perdendo o melhor pedaço.

Veja o passo a passo abaixo. Se fizer, me conta: você também virou um fanático por ovos e ervilha? Ou ainda acha que é só “comida de criança”?

Nossa favorita - Receita com Ervilha Torta e Ovo: Saiba Como Fazer

Rendimento
4 porções
Preparação
20 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 9 marcados

Tudo isso sai por menos de R$12 em qualquer mercearia daqui de SP. A ervilha torta é o único item que precisa ser boa – se for velha, fica dura e amarga. A massa de tomate, se for caseira, melhor. Mas se for comprada, escolha a que não tem açúcar.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1/4 da receita (aproximadamente 200g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 185 kcal 9%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Fibra Dietética 3.2g 13%
   Açúcares 6.8g 14%
Proteínas 9.8g 20%
Gorduras Totais 11.5g 15%
   Saturadas 2.3g 12%
   Trans 0g 0%
Colesterol 140mg 47%
Sódio 320mg 14%
Potássio 480mg 10%
Ferro 2.1mg 12%
Cálcio 65mg 5%
Vitamina C 18mg 20%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Baixa Caloria: Ideal para dietas de restrição calórica
  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (exceto ovos)
  • Alto em Fibras: Ervilhas são excelente fonte de fibra dietética
  • Rico em Vitaminas: Boa fonte de vitamina C e outros micronutrientes

Alertas & Alérgenos

  • Contém ovos – Atenção para alérgicos
  • Insight: Para reduzir calorias, use spray de azeite e 1 ovo + 2 claras
  • Ervilhas são leguminosas ricas em proteína vegetal e fibras

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparo das ervilhas:

  1. Passe as ervilhas tortas em água corrente, retire as pontinhas com as mãos – não precisa ser perfeito, só o que parece seco ou amarelado.
  2. Aqueça uma frigideira funda, grande, com o óleo, azeite ou manteiga. Não precisa aquecer demais, só o suficiente para quando colocar a cebola, ela soltar o cheiro.
  3. Adicione a cebola roxa picada e deixe cozinhar em fogo baixo, mexendo de vez em quando. Ela tem que virar transparente, não dourar. Se ficar marrom, você perdeu o ponto.
  4. Quando a cebola estiver mole, adicione o alho picado. Mexa rápido, só uns 30 segundos. Se deixar mais, o alho queima e vira amargo.
  5. Jogue a massa de tomate por cima, espalhe bem, deixe queimar um pouco – é nesse momento que o sabor se prende na panela.
  6. Coloque as ervilhas, o sal e o orégano. Misture tudo com uma colher de pau, sem pressa. Deixe cozinhar por 2 minutos, só para o cheiro se misturar.

Finalização com ovos:

  1. Faça três covinhas na mistura, como se fosse fazer um omelete. Não mexa. Só crie espaço.
  2. Quebre os ovos, um por um, direto nas covinhas. Não misture. Deixe eles ali, inteiros, com a gema por cima.
  3. Salpique um pouco de pimenta-do-reino por cima – não muito, só para dar um toque.
  4. Tampe a panela. Espere 3 minutos. Depois, abra e veja: se a gema ainda está líquida, deixe mais 1 minuto. Se quiser mais firme, deixe 5. Mas não passe disso. A ervilha vai continuar cozinhando com o calor residual.
  5. Desligue o fogo. Espere 1 minuto antes de servir. Isso é importante. Não adianta correr.

Essa receita é o oposto de tudo que a gente vê na internet. Não tem molho, não tem queijo, não tem truque. É só ervilha, ovos e um pouco de tempo. Já fiz no domingo de chuva, no meio da semana quando não tinha nada na geladeira, e até na sexta à noite, depois do treino. Sempre dá certo. Sempre.

Daiane me olhou uma vez e disse: “Você faz isso porque gosta, não porque precisa.” Talvez ela tenha razão. Mas o que eu sinto quando cheira, quando vejo aquela gema escorrendo entre as ervilhas, quando pego a colher e o primeiro bocado é doce, suave, com um toque de fumaça… isso não é só comida. É um momento. E se você tentar, me conta: você também parou de achar que ovos e ervilha são coisa de criança? Ou só eu que ainda acredito que o simples pode ser o melhor?

Quanto custa em calorias?

Essa receita rende 4 porções e cada uma tem aproximadamente 185 kcal (valor calculado com azeite). Se quiser reduzir, troque o óleo por spray e use apenas 1 ovo inteiro + 2 claras. Para ver a análise nutricional completa, incluindo proteínas, fibras e vitaminas, consulte nossa tabela nutricional detalhada abaixo da lista de ingredientes. Mas sério, vale cada caloria!

Quanto tempo dura e como guardar?

Na geladeira, dura até 2 dias – mas dificilmente sobra! Se quiser congelar, faça sem os ovos (adicione depois ao requentar). Uma vez a Daiane esqueceu um pote por 3 dias e... bem, não recomendo o experimento.

Sem ervilha torta? Sem crise!

• Vagem cortadinha fica ótima no lugar
• Brócolis ninja dá um toque especial
• Até espinafre funciona em emergências
Já testei com aspargos e ficou gourmet, mas aí o orçamento chora.

Hack que ninguém te conta

Joga uma pitada de açúcar no molho de tomate enquanto refoga. Corta a acidez e deixa o sabor mais redondo. Parece heresia, mas experimenta e me diz depois!

Os 3 pecados capitais dessa receita

1. Tampar a panela antes dos ovos firmarem = omelete grudento
2. Salgar os ovos depois de prontos = ficam aguados
3. Cozinhar as ervilhas até virar papinha (elas devem ficar al dente!)

Para todo mundo comer

Low carb: Dobra os ovos e reduz o molho de tomate
Vegano: Substitui os ovos por tofu mexido com açafrão
Sem glúten: Já é naturalmente safe! Só verificar os ingredientes do molho

O que serve junto?

• Arroz branco simples é clássico
• Polenta cremosa combina demais
• Pão sírio pra limpar o prato (crime delicioso)
• Vinho branco seco se for jantar a dois

Versão "surpresa-me"

Joga uns cubos de queijo feta por cima antes de servir. Ou faz um mix de ervas (salsinha + cebolinha + manjericão). Minha ousadia favorita? Coloquei umas azeitonas pretas picadas uma vez e virou hit!

O pulo do gato

Na hora de colocar os ovos: faz pequenos "ninhos" com as ervilhas e quebra os ovos nesses buraquinhos. Assim não escorrem tudo pro fundo da panela. Confia!

2 segredos que ninguém fala

1. Essa receita era chamada de "ovos à cigana" no século 19 (achou essa pérola num livro antigo)
2. Se você bater levemente os ovos com garfo ANTES de colocar na panela, a gema fica mais cremosa

Modo restaurante 3 estrelas

Finaliza com flores de alecrim fritas (sim, é só jogar alecrim no óleo quente por 3 segundos) e um fio de azeite trufado. Garanto que vão te achar um chef!

Para quando o mês tá curto

• Usa molho de tomate caseiro (cebola, alho, tomate batido e água)
• Substitui a cebola roxa pela branca
• Orégano fresco da horta (ou da vizinha) no lugar do seco

Perguntas que sempre me fazem

Pode microondas? Pode, mas os ovos ficam com textura esquisita
Ervilha congelada serve? Serve sim, só cozinha 1 minuto a mais
Por que minha versão fica aguada? Ou foi muito molho ou pouco fogo - a panela deve chiar levemente

SOS: Salvando o desastre

Se os ovos quebrarem antes da hora: vira um mexidinho com as ervilhas e finge que era o plano.
Se queimar o fundo: passa tudo pra outra panela rápido e diz que é "fumé". Já salvei um jantar assim!

De onde veio essa mistura?

A receita tem DNA mediterrâneo, mas brasileiríssima na simplicidade. Ervilhas tortas eram chamadas de "feijão dos pobres" no interior de SP nos anos 50. Hoje é gourmet, né? Vida que segue!

O que mais casa com esse sabor?

Experimenta espremer limão siciliano na hora de servir. Ou umas fatias de banana da terra frita por baixo. Parece loucura, mas o doce-salgado fica divino!

E aí, topa o desafio?

Essa receita é daquelas que todo mundo acha que sabe fazer até provar a versão certinha. Me conta nos comentários: vai arriscar qual variação primeiro? A com queijo feta ou a versão low carb?

Ideias para você personalizar à sua cara

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Torta que ninguém acredita que tem ervilha dentro

Eu já vi gente fazer torta com ervilha e pensar que era queijo. Não é. É a ervilha cozida até virar pasta, misturada com ovo e farinha. O segredo? Ela precisa estar bem seca. Já usei congelada, escorrida mal, e virei uma bagunça. Ficou tipo purê de batata com massa. Não ficou bom. Mas e quando fica bom? É o tipo de coisa que você leva pra casa de amigo e todo mundo pergunta: “o que é isso?”, e ninguém acha que é legume. Ainda bem.

3º. Refogada que vira prato de verão, e não de inverno

Essa refogada é o tipo de coisa que eu faço quando o dia está quente e eu não quero cozinhar nada pesado. O toque oriental? É só o óleo de gergelim e um pouquinho de shoyu. Mas o segredo mesmo é não cozinhar demais. Ela precisa ficar crocante. Já deixei ferver e virei lama. Ficou tipo ensopado. Não foi bonito. Mas quando acerta? É o tipo de prato que você serve com peixe grelhado e todo mundo para de falar. Só come. E depois pergunta: “o que é aquilo?”

4º. Salada que não é só para acompanhar, é o centro

Salada de ervilha torta é o tipo de coisa que eu vejo em festa e penso: “ah, só pra enfeitar”. Mas quando você prova, percebe que não é só enfeitar. É o contraste. A ervilha cozida, ainda morna, com o azeite frio, o vinagre, o sal. Ela absorve tudo. Mas não perde a textura. O segredo? Não deixe ela esfriar antes de temperar. Se ela estiver fria, o tempero não pega. Já fiz assim. Ficou tipo legume com molho por cima. Não ficou legal. E se ficar? É o tipo de salada que você serve e todo mundo pergunta: “onde você comprou isso?”, e você só sorri. Porque não foi comprado. Foi feito.

5º. Na manteiga que não precisa de sal, só de tempo

Essa é a receita que eu faço quando não tenho ideia do que fazer. Só manteiga, ervilha seca, e paciência. O segredo? A manteiga precisa derreter devagar. E a ervilha, não pode ser jogada na panela quente. Ela precisa ser colocada aos poucos. Já joguei tudo de uma vez. Ficou tipo grão queimado. Não ficou bacana. Mas quando fica? É o tipo de prato que você serve com pão de alho e sua esposa pega a colher e diz: “isso aqui é o que eu quero quando estou cansada”. E ela não fala isso com frequência.

6º. Em conserva que vira lanche de emergência

Conserva de ervilha torta é o que eu faço quando o freezer está cheio e a geladeira, vazia. O vinagre, o alho, o tomilho, tudo bem simples. Mas o segredo? Ela precisa ser cozida antes de entrar no vidro. Se você colocar crua, ela fica dura. Já fiz assim. Ficou tipo borracha. Não ficou bom. Mas e quando fica bom? É o tipo de coisa que você abre no meio da tarde, coloca num pão, e sente que o dia melhorou. Sem drama. Sem esforço. Só sabor.

7º. Torta de sardinha que vira festa sem motivo

Essa torta é o tipo de coisa que eu faço quando quero que o jantar pareça que eu me esforcei. Mas na verdade, foi só bater no liquidificador. O segredo? A sardinha precisa estar bem escorrida. E a ervilha? Ela não é só recheio. É o que segura tudo. Se você colocar muito líquido, a massa desce. Já fiz assim. Ficou tipo bolo de sardinha. Não foi bonito. Mas quando acerta? É o tipo de torta que você serve e seu filho pede para levar na escola. E ele não pede isso por nada. É porque gosta. E aí você entende: sabor não tem gênero. Nem origem.

8º. Com macarrão que não precisa de creme, só de amido

Eu nunca pensei que ervilha torta pudesse virar molho. Mas essa receita? Ela vira. O shitake dá um fundo, o queijo dá um toque, mas o que realmente faz a mágica é o amido da ervilha. Ela se dissolve no calor e vira uma pasta. Não precisa de creme. Não precisa de manteiga. Só ela. Já tentei adicionar creme. Ficou pesado. Achei que era bom. Não era. Mas quando acerta? É o tipo de prato que você serve e todo mundo pede a receita. E você só sorri. Porque não é receita. É memória.

9º. Risoto que não precisa de caldo, só de paciência

Risoto com ervilha torta é o tipo de prato que eu faço quando quero que o jantar pareça sofisticado, mas sem gastar com ingredientes caros. O segredo? O arroz precisa ser o arbóreo. E a ervilha? Ela não vai no começo. Vai no meio. Quando o arroz já absorveu metade da água. Aí você coloca. Ela cozinhará devagar, absorvendo o gosto. Já coloquei no começo. Virou lama. Já coloquei no fim. Virou grão solto. Nenhum dos dois funciona. Mas quando acerta? É o tipo de risoto que você serve e sua esposa pega a colher e diz: “isso aqui é o que eu quero quando estou cansada”. E ela não fala isso com frequência.

10º. Tropeiro que não tem feijão, e ainda é brasileiro

Tropeiro com ervilha torta é o tipo de prato que eu faço quando quero que o almoço pareça que eu me esforcei. Mas na verdade, foi só cozinhar. O segredo? A ervilha precisa estar bem cozida, mas ainda com corpo. Se você deixar ela virar purê, vira comida de hospital. Já fiz assim. Ficou tipo mingau. Não ficou legal. E se ficar? É o tipo de prato que você serve com farofa e todo mundo para de falar. Só come. E depois pergunta: “o que é isso?”

11º. Com ovo pochê que vira café da manhã de domingo

Esse é o meu café da manhã favorito. Ovo pochê, ervilha torta, bacon. Nada mais. O segredo? O ovo precisa estar quase pronto quando você coloca na ervilha. O calor da ervilha termina de cozinhar a gema. Se você colocar o ovo no prato e depois a ervilha, a gema vira líquido. Já fiz assim. Ficou tipo molho. Não ficou bacana. Mas quando fica? É o tipo de prato que você serve e sua esposa pega a colher e diz: “isso aqui é o que eu quero quando estou cansada”. E ela não fala isso com frequência.

12º. Com filé grelhado que não precisa de molho, só de manteiga

Esse é o prato que eu faço quando quero que o jantar pareça que eu me esforcei. Mas na verdade, foi só colocar manteiga, alho, e ervilha. O segredo? A manteiga precisa derreter devagar. E a ervilha? Ela não é só acompanhamento. É o que dá sabor. Se você colocar ela no final, ela perde o gosto. Já fiz assim. Ficou tipo legume solto. Não ficou bom. Mas e quando fica bom? É o tipo de prato que você serve e todo mundo para de falar. Só come. E depois pergunta: “o que é aquilo?”

13º. Com peito de frango que não precisa de tempero, só de tempo

Frango com ervilha torta é simples. Mas a maioria faz errado. Coloca o frango e a ervilha juntos. E aí, o frango fica seco. O certo? Cozinhe o frango primeiro. Só ele. Depois tire. Depois coloque a ervilha. Quando ela estiver quase pronta, volte o frango. Aí, tudo se aquece junto. O segredo? Não mexa muito. Deixe o frango descansar. Já mexi tudo. Ficou tipo ensopado. Não foi bonito. Mas quando acerta? É o tipo de prato que você serve e sua esposa pega o prato e diz: “isso aqui é o que eu quero quando estou cansada”. E ela não fala isso com frequência.

14º. Com frango ao curry que não precisa de curry, só de alma

Eu detesto quando as pessoas dizem que precisa de curry para ser bom. Não precisa. A ervilha torta já tem sabor. O que você precisa é de tempo. O frango, na manteiga, devagar. A ervilha, depois. O segredo? Deixe o alho dourar, mas não queimar. Já queimei. Ficou amargo. Não ficou legal. E se ficar? É o tipo de prato que você serve e todo mundo pergunta: “o que é isso?”, e você só sorri. Porque não é receita. É memória.

15º. Creme que não precisa de creme de leite, só de ervilha

Esse creme é o que eu faço quando o dia está frio e eu não quero sair da cama. A ervilha fresca, amolecida, batida no liquidificador. O segredo? Não bata tudo. Deixe alguns grãos inteiros. A textura fica viva. Já bati tudo. Ficou tipo purê. Não ficou bacana. Mas quando fica? É o tipo de creme que você serve e sua esposa pega a tigela e diz: “isso aqui é o que eu quero quando estou cansada”. E ela não fala isso com frequência.

Qual vai ser a primeira da lista a ser preparada? Alguma já virou tradição na sua casa? Ou alguma você achou loucura, e depois virou favorita? Se concretizar alguma ideia da lista, me conta nos comentários. Não tem que ficar perfeito. Desde que seja especialmente seu. Porque no fim, cozinhar não é sobre acertar. É sobre lembrar. E às vezes, é só uma ervilha torta que te lembra de onde você veio.

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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