17 Receitas Com Mortadela MAIS Combinações Incríveis E Muito Criativas

Descubra como utilizar famoso embutido do Mercado Municipal da Cidade de São Paulo.
17 Receitas Com Mortadela MAIS Combinações Incríveis E Muito Criativas
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A gente tem a mania de achar que mortadela é só pra botar no pão, né. Mas já parou pra pensar no que acontece quando ela encontra ovos batidos e uma frigideira bem quente? Fica aquela omelete dourada, com pedacinhos que derretem junto com o queijo, uma coisa simples mas que parece jantar de domingo.

Eu aprendi a valorizar esses cortes mais populares com o tempo, muito por influência do Alex Atala, que tem um jeito incrível de elevar ingredientes simples. A técnica aqui é bem prática: bater os ovos só até misturar, não precisa ficar aerado. E cortar a mortadela em cubinhos, não fatias, pra ela distribuir o sabor em cada garfada. Ah, e a frigideira tem que estar bem quente antes de você colocar a mistura, senão ela gruda e não fica crosta.

Essa receita com mortadela é daquelas que salvam a noite quando a geladeira parece vazia. A experiência é muito gostosa, você vai da dúvida ("será que fica bom?") pra satisfação total em menos de 15 minutos. Bora ver o passo a passo completo logo abaixo? Depois me conta se você é do time que coloca pimentão ou se inventou outra combinação.

Favorita: Omelete, uma das melhores receitas com mortadela

Rendimento
1 porção farta
Preparo
15 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 7 marcados

Para a omelete:

Para o recheio:

Opcionais (escolha um ou improvise):

Essa é a receita anti-desperdício por excelência. Não precisa ser preciso nas medidas, o negócio é usar o que tem. A única coisa que não pode falar é a frigideira quente, hein.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 180g (1 omelete completa)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 2.5g 1%
   Fibra Dietética 0.2g 1%
   Açúcares 1.8g 2%
Proteínas 25.8g 52%
Gorduras Totais 30.2g 38%
   Saturadas 12.5g 63%
   Trans 0.3g 2%
Colesterol 485mg 162%
Sódio 950mg 41%
Potássio 280mg 6%
Cálcio 320mg 32%
Ferro 2.2mg 12%
Vitamina A 280µg 47%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 2.5g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Proteína: 25.8g para saciedade e músculos
  • Keto: Proporção ideal de gorduras e proteínas

Alertas & Alérgenos

  • Contém ovos – Alérgeno comum
  • Alto colesterol – 162% do VD; moderar consumo
  • Gorduras saturadas – 63% do VD; atenção cardíaca
  • Insight: Rico em proteína completa e vitamina A, ideal para café da manhã energético

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a base e o recheio:

  1. Bate os ovos: Quebra os 3 ovos numa tigela que não seja muito rasa. Pega um garfo ou um fuê e bate só até a gema e a clara ficarem bem misturadas. Não precisa ficar batendo igual um maluco pra deixar cheio de ar, a ideia é só integrar mesmo. Adiciona a pitadinha de sal e mexe mais um pouquinho. Reserva.
  2. Corta os ingredientes: Agora pega a mortadela e a mussarela. Eu gosto de cortar em cubinhos pequenos, não muito finos. Os cubos de mortadela, quando esquentam, ficam com uma textura mais interessante, quase que derretem por dentro. Se for usar pimentão, cheiro verde ou tomate, pica tudo agora também, deixa tudo ali ao lado da tigela.
  3. Mistura tudo: Joga os cubos de queijo e mortadela direto na tigela com os ovos batidos. Se tiver os opcionais, joga junto. Mexe com o garfo pra distribuir bem. A mistura vai ficar bem carregada, e é isso mesmo que a gente quer.

Na frigideira, o momento da verdade:

  1. Aquece a frigideira: Pega uma frigideira antiaderente (se não for antiaderente, boa sorte na limpeza depois) e coloca um fio bem fino de óleo ou um pouquinho de manteiga. Leva ao fogo médio e deixa esquentar bem. Isso é crucial, sério. Se a frigideira não estiver quente, a omelete gruda e não forma aquela casquinha dourada.
  2. Frita a omelete: Quando o óleo estiver bem aquecido (dá pra ver umas ondulinhas), despeja toda a mistura de uma vez. Usa a espátula para espalhar rapidinho, mas não fica mexendo. Baixa o fogo para médio-baixo e tampa a frigideira. Deixa cozinhar por uns 4 ou 5 minutos.
  3. Enquanto isso, lava a tigela que você usou. Aproveita o tempo, né. A Daiane sempre fala que eu deixo tudo sujo, então aprendi a lavar durante o processo.
  4. Vira e finaliza: Passado o tempo, levanta a tampa. A superfície da omelete deve estar quase firme, só um pouquinho úmida no centro. Aí você mete a espátula por baixo, com coragem, e vira. Vai ver que o lado de baixo está num dourado maravilhoso. Deixa dourar por mais 1 ou 2 minutos do outro lado, só para terminar de cozinhar e derreter bem o queijo por dentro.
  5. Sirve: Desliza a omelete para um prato. Ela sai inteira, linda, cheirosa. Eu como direto do prato, mas se quiser dividir, dá sim. É uma porção bem generosa.

Pronto, é isso. Em 15 minutos você tem uma refeição de verdade saindo do nada. O grande barato dessa omelete é a textura: os ovos ficam macios, a mortadela dá um sabor salgado e gostoso, e os cubinhos de queijo ficam meio derretidos meio gratinados. É uma combinação que não tem erro.

Já fiz umas dez vezes, cada uma de um jeito. Uma vez coloquei uma pitada de pimenta calabresa, outra vez usei queijo prato porque era o que tinha. Ficou bom das duas formas. O que manda é a sua criatividade (e o conteúdo da sua geladeira). Depois me conta aí nos comentários qual foi a sua versão, ou se descobriu algum outro truque para deixar a omelete ainda mais espetacular. Vou adorar saber!

Quanto custa em calorias?

Essa omelete com mortadela e queijo muçarela fica em torno de 385 calorias por porção completa, conforme detalhado na tabela nutricional abaixo dos ingredientes. Se quiser reduzir, troque a mortadela por peito de peru e o queijo por uma versão light. Mas sério, as vezes vale a pena o agrado, né?

Guarda bem? Dá pra congelar?

Omelete é melhor comer na hora, mas se sobrar (difícil, eu sei), guarda na geladeira por até 1 dia em pote fechado. Congelar não recomendo - fica com textura esponjosa e perde a graça. Se precisar fazer adiantado, prepare a mistura crua e deixe na geladeira por até 12 horas antes de fritar.

Sem mortadela? Sem problemas!

Não tem mortadela ou não curte? Bora de trocas inteligentes:

  • Presunto cru + uma pitada de noz-moscada (fica surpreendentemente parecido)
  • Bacon picado (pra quem quer uma versão mais crocante)
  • Cogumelos shimeji refogados (para vegetarianos)
  • Atum sólido escorrido (fica incrível, juro!)

Hack que mudou minha vida de omeleteiro

Adiciona 1 colher de sopa de água ou leite na mistura dos ovos. Parece besteira, mas faz a omelete ficar mais fofinha! E olha que eu descobri isso depois de anos fazendo omelete igual tijolo... A Daiane até brinca que antes minhas omeletes davam pra construir casa.

3 erros que quase todo mundo comete

  1. Fogo alto demais: Vira uma borracha queimada por fora e crua por dentro. Fogo baixo é lei!
  2. Mexer sem parar: Deixa a omelete descansar no fogão, senão vira ovos mexidos disfarçados.
  3. Encher demais de recheio: Aí fica impossível virar. Se quiser muito recheio, faz estilo frittata (cozinha primeiro a base e finaliza no forno).

Para todo mundo comer feliz

Versões adaptadas pra diferentes dietas:

  • Low carb: Já é naturalmente low carb, só não exagerar no queijo
  • Sem lactose: Troca o queijo por tofu defumado picado
  • Proteica: Adiciona 1 clara extra e frango desfiado
  • Keto: Incrementa com bacon e abacate em cubos depois de pronto

O que serve junto?

Essa omelete já é uma refeição completa, mas se quiser incrementar:

  • Pão de queijo mineiro (combinação paulista aprovada!)
  • Salada verde bem temperada com limão
  • Molho de pimenta caseiro pra dar um kick
  • Café com leite gelado (meu café da manhã preferido)

Quer surpreender? Faz assim

Versão "omelete pizza": depois de virar, espalhe um fio de molho de tomate, salpique orégano e leve por 1 minuto no forno alto. Minha versão de larica das 2h da manhã que virou tradição em casa.

O momento crítico: virar a omelete

Todo mundo treme na base na hora de virar, né? Dois truques infalíveis:

  1. Use uma frigideira pequena (de 20cm) - fica mais fácil de manejar
  2. Se quebrar, vira tudo pra massa de panqueca e chama de "omelete rústica". Ninguém precisa saber que foi acidente!

Modo economia ativado

Dias de vacas magras? Faz assim:

  • Usa só 2 ovos e completa com 1 colher de farinha de trigo (fica mais encorpada)
  • Substitui a muçarela por requeijão (rende mais)
  • Mortadela vira salsicha picada (fica bom, sim!)

Quer impressionar? Dá um upgrade

Versão chef:

  • Troca a mortadela comum por mortadela com pistache
  • Finaliza com azeite trufado e folhas de manjericão fresco
  • Usa ovos caipiras (a cor fica linda!)

Se tudo der errado...

Virou bagunça? Transforma em:

  • Ovos mexidos gourmet: só mistura tudo na frigideira mesmo
  • Recheio de sanduíche: coloca entre duas fatias de pão e chama de "omelete desconstruída"
  • Sopa de ovos: adiciona caldo de legumes quente e rasga a omelete em pedaços

De onde vem essa combinação?

A omelete clássica é francesa, mas a versão com mortadela e queijo é 100% brasileira - mais especificamente paulistana, onde o lanche de mortadela virou tradição. Dizem que começou nos bares da Mooca, mas todo bairro tem sua versão. A sua vai ser qual?

2 fatos que ninguém te conta

  1. A mortadela solta água durante o cozimento - por isso o ideal é fritar bem rápido em fogo alto ou pré-dourar levemente antes de misturar aos ovos
  2. Omelete com mortadela esquenta MUITO mais que omelete comum - cuidado com a primeira mordida!

Perguntas que sempre me fazem

Posso fazer no microondas? Até pode, mas fica borrachudo. Só recomendo em caso de emergência extrema.

Por que minha omelete gruda? Provavelmente a frigideira não estava quente o suficiente antes de colocar os ovos. Ou falta de gordura - não tenha medo de untar bem!

O que mais combina com esse sabor?

Experimenta:

  • Um toque de mostarda dijon na massa
  • Pimenta síria por cima depois de pronto
  • Um fio de mel (sim, doce com mortadela é bom demais!)

Sabia que...

A mortadela original da Itália (de onde vem) é bem diferente - leva pistache e vinho na receita! Nossa versão brasileira é mais simples, mas não menos gostosa. E olha que interessante: na França, omelete com queijo e presunto chama-se "omelette au fromage", mas a versão com mortadela é nossa mesmo!

Agora é com você!

Já fez essa omelete? Conte nos comentários como ficou! Inventou alguma variação maluca? Adoraria saber - até hoje minha favorita foi uma versão com mortadela e goiabada que um leitor sugeriu (sim, ficou bom!).

Se tirar foto, marca a gente no @sabornamesaoficial pra gente ver seu resultado!

A mortadela pode muito mais do que você imagina. Olha só essas ideias:

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O sanduíche que é evento

Autor: Eduardo Perrone

Todo mundo já fez um sanduíche de mortadela, mas esse aqui é diferente. Ele pega a ideia do lanche clássico do Mercadão e entrega um passo a passo pra você replicar em casa. A chave, acredito, está em fatiar bem fininho e na combinação certa de manteiga na chapa.

Fiz um desses num domingo preguiçoso e virou almoço. Não é só um lanche rápido, é uma experiência. O pão fica crocante por fora, o queijo derrete e a mortadela esquenta sem ficar borrachuda. Perfeito pra quando você quer tratar um simples sanduíche com o respeito que ele merece.

3º. Mortadela acebolada, o petisco herói

Autor: Beleza na Cozinha

Essa aqui salva qualquer hora do aperitivo. É aquele tipo de receita que você vê e pensa "por que nunca fiz isso antes?". A cebola caramelizada junto com a mortadela fatiada cria um doce e salgado que é viciante.

Minha dica é usar uma frigideira antiaderente boa e não ter pressa. Deixa a cebola dourar no seu tempo, em fogo baixo. Quando ela ficar bem douradinha, aí você joga a mortadela. Serve com pão, com torrada, ou direto da panela mesmo. Um risco público de acabar sozinho.

4º. Mortadela frita: crocância pura

Isso aqui é pura magia da transformação. Você pega uma fatia de mortadela, joga na frigideira quente, e ela se transforma numa coisa completamente diferente: crocante por fora, quentinha por dentro, e com um sabor que intensifica muito.

Corte em tirinhas ou deixe em fatias grossas. O óleo precisa estar bem quente, senão ela fica oleosa. É o petisco mais rápido do mundo e funciona como um bacon vegetariano? Bom, não é vegetariano, mas você entendeu. Coloca no meio do feijão, fica incrível.

5º. Bolinho de liquidificador pra não sujar tanta louça

Bolinho salgado sempre parece trabalhoso, mas esse joga a massa toda no liquidificador. Menos louça pra lavar, que já é uma grande vitória. A mortadela vai picada direto na massa, então o sabor fica distribuído em cada mordida.

A massa fica bem consistente, fácil de moldar. Uma vez eu errei a mão no sal e ficou um pouco sem graça, então minha sugestão é provar a massa crua, só um pouquinho na ponta da colher, pra ajustar o tempero. Depois é só fritar e ver desaparecerem em minutos.

6º. Macarrão do dia a dia turbinado

Você já tem o macarrão cozido, o molho de tomate básico. Aí entra a mortadela em cubos, que derrete levemente e deixa um sabor gorduroso, reconfortante, que muda completamente o prato. É um upgrade barato e eficiente.

Faço muito pra um jantar rápido entre semana. Joga a mortadela picada no molho já quente, mexe um minuto. Ela não precisa cozinhar muito, só esquentar. Dá uma sofisticada no prato sem nenhum esforço extra. As crianças aqui em casa adoram.

7º. Patê pra ter sempre na geladeira

Isso aqui é um coringa da minha geladeira. Em dez minutos você tem um patê cremoso que dura dias e serve pra tudo: passar no pão na hora do café, rechear uma torrada quando chega visita, ou até como base num sanduíche mais elaborado.

O segredo é bater bem no processador até ficar bem liso. Se ficar muito pastoso, um fio de azeite ou uma colher de iogurte natural ajusta. Eu sempre faço um pote. É daquelas coisas que a gente não dá valor até ter sempre à mão.

8º. Pizza diferente, mas familiar

Noite de pizza em casa é sagrada, mas cansa sempre os mesmos sabores. Colocar mortadela em fatias finas por cima, antes de assar, é uma jogada simples que gera curiosidade. Ela fica levemente crocante nas bordas.

Combina muito com queijos mais suaves, como o muçarela. E não precisa de muita quantidade, porque o sabor é marcante. É uma forma de inovar sem assustar ninguém, porque no fundo todo mundo conhece e gosta. Funciona sempre.

9º. No churrasco, sim!

Quem disse que mortadela não vai pro churrasco? Coloquei uma vez por curiosidade e agora virou tradição. Em fatias grossas, direto na grelha, ela grelha rápido e fica com aquelas marquinhas que são uma beleza.

Dica importante: use uma grelha limpa e bem quente, e deixe pouco tempo de cada lado. Ela gruda fácil se a grelha não estiver no ponto. O resultado é uma surpresa agradável pra quem está acostumado só com carnes tradicionais. Experimenta e me conta.

10º. Trouxinhas de massa folhada (ou de pão de forma)

Isso aqui é mágica pra festa improvisada ou visita inesperada. Pega massa folhada ou até pão de forma sem casca, recheia com mortadela e queijo, fecha e assa. Em 20 minutos você tem um salgadinho quente e crocante.

Já usei até presunto no lugar, mas a mortadela dá mais sabor. Pode fazer um monte e congelar cru. Aí, quando precisar, é só colocar no forno direto do congelador, acrescentando uns minutos a mais. Um salva-vidas.

11º. Arroz que vira prato principal

Quando o arroz está sem graça, joga uns cubos de mortadela na panela junto com a cebola refogando. Ela solta uma gordura saborosa que impregna todo o arroz. De repente, um acompanamento vira uma refeição completa e gostosa.

Faço muito com legumes congelados também. Joga tudo junto, tempera, e tá resolvido. É econômico, rápido, e todo mundo come sem reclamar. A textura da mortadela cozida fica macia, quase se desfazendo. Muito bom.

12º. Croquete cremoso por dentro

Croquete caseiro tem fama de trabalhoso, e é um pouco mesmo. Mas o recheio com mortadela picada fininha vale cada minuto. Ele fica incrivelmente cremoso, e o sabor é muito mais interessante do que só frango.

O ponto é fazer um creme de leite e farinha bem encorpado, pra segurar o formato na hora de fritar. E paciência na hora de empanar. Mas depois que você domina, é um daqueles quitutes que impressiona qualquer um. Parece de padaria fina.

13º. Pastel de forno, menos bagunça

Pastel frito é bom, mas que sujeira, né? Essa versão é assada, então a cozinha não fica com cheiro de óleo o dia todo. A massa fica crocante por fora e o recheio de mortadela com queijo fica bem quentinho.

É uma ótima atividade pra fazer com crianças, se você tiver. Elas ajudam a rechear e fechar os pastéis. Sai tudo torto, mas fica com mais graça. E todo mundo fica feliz de comer algo que ajudou a fazer.

14º. Torta salgada pra usar o que tem

Essa torta é daquelas coringas. Você pode botar milho, ervilha, salsinha, o que tiver na geladeira. E a mortadela em cubos dá um sabor de "prato feito" que eleva muito o conjunto. A massa fica fofinha por causa das claras em neve.

Não tenha medo de bater as claras separadamente. Faz diferença na textura final, deixa a torta leve. É um prato que serve tanto pro almoço de domingo quanto pra uma reunião mais formal. Versátil e sempre bem recebido.

15º. Cuscuz paulista com uma twist

O cuscuz paulista tradicional já leva muitos ingredientes. Colocar mortadela picada é uma adaptação que faz todo sentido, porque ela já tem os temperos, o sal, a gordura. Ela se integra perfeitamente à massa.

É um prato lindo de servir, desenformado. Fica úmido por dentro e é uma refeição completa num pedaço só. Perfeito pra levar pra um piquenique ou servir num almoço com vários pratos. Dá um toque caseiro e bem brasileiro.

16º. Bolinho de arroz, o rei do reaproveitamento

Sobrou arroz? Em vez de só requentar, transforma em bolinho. Adicionar mortadela picada é o que falta pra ele parar de ser uma lembrança do almoço anterior e virar uma coisa nova e gostosa.

A massa gruda um pouco nas mãos, então untar com óleo é essencial. Frita rápido. É a solução mais esperta contra o desperdício que eu conheço, e ainda por cima fica uma delícia. Puro conforto food.

17º. Bolo salgado de liquidificador (sim, existe!)

Se a ideia de um bolo salgado parece estranha, pensa nele como uma torta sem recheio, ou um pão bem fofinho assado numa forma redonda. A mortadela picada vai na massa, e o sabor fica suave, presente em todo pedaço.

É ótimo para o café da tarde, cortado em fatias e servido com manteiga. Ou para um lanche rápido na bolsa. Fica pronto em meia hora e é muito menos trabalhoso que pão ou torta. Uma daquelas receitas que depois que você faz uma vez, repete sempre.

Mortadela é daqueles ingredientes que a gente subestima, mas que tem um potencial enorme, né? Depois de ver tudo isso, qual você vai tentar primeiro? A acebolada ou o sanduíche especial? Depois de experimentar alguma, vem aqui para contar o resultado, ou se tiver sua própria receita secreta com mortadela, compartilha aí nos comentários. Adoro descobrir essas variações caseiras!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

Arthurplay
0 Arthurplay
Ficou ótimo
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