O clássico é maravilhoso, mas por que parar por aí? Vem explorar outras formas de brincar com essas frutinhas.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.
2º. Aquele Cheesecake de Arrebentar
autor: Nhac GNT
Confesso que já tive medo de fazer cheesecake em casa, achando que ia rachar ou não firmar. Até que aprendi que o segredo, muitas vezes, tá em não apressar o resfriamento. Essa versão do Nhac GNT é um exemplo lindo — a base parece bem firme e aquele topping de frutas vermelhas frescas, que contrasta com o doce do recheio, é a cereja do bolo, literalmente.
Uma dica que peguei de um chef e sempre levo comigo: deixa o queijo cream cheese realmente em temperatura ambiente antes de começar. Parece bobagem, mas faz uma diferença danada na hora de bater e deixar o recheio liso, sem pedacinhos. Se você ainda não se aventurou num cheesecake, essa é uma ótima porta de entrada.
3º. Chá Gelado que é um Só Refresco
autor: Erika Rocha Chef & Nutri
Já aconteceu com você de comprar um monte de fruta pra uma receita e sobrar um punhado que logo vai estragar? Pois é, esse chá é a solução perfeita. Pegue essas amoras, morangos e framboesas que tão lá murchando e transforme elas nessa bebida. A Erika ainda junta com hibisco, que dá aquele azedinho extra que eu adoro.
Faço uma jarra e deixo na geladeira. Virou meu coringa pra quando chega visita de surpresa num dia quente. É muito mais gostoso e interessante que um suco de caixinha, e ainda por cima você usa o que tem, sem desperdício. Pra mim, isso é cozinhar com inteligência.
Tem coisa melhor que pão fresco com manteiga e uma geleia caseira? Eu acho que não. A gente tem uma ideia errada de que fazer geleia é complicado, mas o Nandu mostra que é basicamente fruta e açúcar, com um pouquinho de paciência no fogo baixo.
O ponto é o segredo. Eu errei muito as minhas primeiras vezes, ou ficava rala ou virava uma pedra. Agora eu faço o teste do pratinho: coloco uma gota num prato frio, espero esfriar e passo o dedo. Se formar uma trilha que não se fecha, tá no ponto. Essa geleia de frutas vermelhas fica com uma cor de cair o queixo.
Essa torta é daquelas que engana. Parece super elaborada, mas juro que é bem simples. A massa não precisa ser perfeitamente lisa, porque a graça tá justamente naquelas dobras rústicas em volta da geleia. É um prato lindo pra servir, parece que veio de uma padaria italiana.
A Ju Ferraz tem um jeito ótimo de explicar. Uma coisa que aprendi com ela é não encher demais de recheio, senão vaza tudo e a massa perde a graça. Vai por mim, essa crostata é sucesso garantido num domingo à tarde. A Daiane adora quando eu faço, porque fica com aquela aparência caseira que aquece o coração.
Eu sempre tenho um pote dessa calda no freezer. Sério. Porque quando sobra aquela última colherada de sorvete simples, ou aquele pedaço de bolo branco, um fio dessa calda transforma tudo numa sobremesa nova. A versão da Dulce Delight leva vinho tinto, que dá uma profundidade de sabor incrível.
Ela não é só doce, tem um toque ácido e aquele perfume de baunilha. Dá pra usar quente ou fria. Minha sugestão? Faz um lote e congela em forminhas de gelo. Aí, sempre que precisar, é só tirar uns cubinhos e derreter. É um truque de mestre pra quem recebe visitas com frequência.
Esse suco é uma explosão de cor. O Gibra mistura umas frutas que a gente não costuma pensar juntas, como melancia com amora, e o resultado é uma bebida roxa linda e super refrescante. É a prova de que não precisa seguir regra, pode soltar a criatividade.
Pra ficar ainda melhor, experimenta bater as frutas com um pouco de gengibre ralado. Dá um *kick* picante que corta a doçura e fica uma delícia. Perfeito pra depois de uma comidinha mais pesada, sabe? Ajuda até na digestão.
Se você quer impressionar alguém com zero estresse, a panacota é sua amiga. Parece sofisticada, mas é basicamente creme, açúcar e gelatina. O truque, que a Sandra mostra bem, é a temperatura certa na hora de dissolver a gelatina. Se o creme tiver muito quente, ela perde o poder de firmar.
Deixa na geladeira da noite pro dia, que fica no ponto perfeito. Aí é só coroar com a calda de frutas vermelhas. A textura é sensacional, derrete na boca. É meu *dessert* preferido pra jantares, porque faço com um dia de antecedência e não fico na correria na hora que os convidados chegam.
Essa mousse é daquelas que a gente come e fecha os olhos. O canal Vixe que Fome manda bem demais nessa receita. Eles usam chocolate branco, que equilibra a acidez das frutas e deixa um sabor super cremoso. Já testei com frutas congeladas, e funciona perfeitamente, então é ótima pra fazer o ano todo.
Cuidado só com a gelatina, hein? Se não dissolver totalmente, fica aqueles gruminhos esquisitos. O jeito certo é dissolver em pouca água fria, depois levar uns segundos no micro-ondas ou banho-maria até virar um líquido transparente, antes de misturar. Faz diferença.
Esse vídeo da Cozinha Bach caiu como uma luva pra mim, porque sempre quis um sorvete mais *lean* pra comer sem culpa. A base é banana congelada e iogurte natural, o que já dá uma cremosidade boa, e as frutas vermelhas entram pra dar o sabor e a cor.
Dica de ouro: se o seu liquidificador ou processador for fraco, deixa as frutas e a banana descongelarem um pouquinho antes de bater. Mas só um pouquinho, senão vira uma papa. O resultado é um sorvete cremoso, azedinho e doce na medida. Perfeito pra uma tarde quente.
Café da manhã ou lanche da tarde rápido? Smoothie é a resposta. A Isabela tem uma pegada bem natural, e essa receita é pura energia. Eu costumo preparar um saco com a porção de frutas congeladas já separada, aí de manhã é só jogar no liquidificador com o iogurte ou leite e pronto.
As vezes coloco uma colher de aveia ou chia pra dar uma segurada na fome até o almoço. Fica um pouco mais encorpado. É gostoso, nutritivo e te taca da cadeira. Qual é a sua fruta vermelha favorita pra smoothie?
Brigadeiro é sempre uma boa ideia, mas esse aqui é pra ocasiões especiais. O Choco Real ensina a fazer uma versão super cremosa, com a fruta em si, não só o sabor. O contraste do doce do leite condensado com o azedinho é viciante.
Já fiz pra uma reunião de amigos em casa e todo mundo ficou perguntando a receita. A dica de decoração que eles dão, com aqueles confeitos dourados, faz o brigadeiro parecer de loja chique. É mais fácil do que parece, prometo.
Já fiz pavê que virou sopa, aquele desastre total. Aprendi que o segredo tá na consistência do creme e em deixar gelar bem, mas sem congelar. Esse do PASSA em casa parece bem equilibrado. A lista de ingredientes é grande, mas não se assusta, é tudo coisa que se acha fácil.
O legal é que você pode montar em taças individuais, fica lindo na mesa. E o licor de laranja? É opcional, mas se puder colocar, faz uma diferença de sabor absurda. Dá um toque adulto e sofisticado.
Chocolate e frutas vermelhas são um casamento feito no céu, né? Esse naked cake da Tastemade é um espetáculo visual, mas o que me pegou foi a dica de usar caldas diferentes em cada andar. É um jeito genial de adicionar camadas de sabor sem complicar muito.
Pra quem acha que bolo bonito é sinônimo de difícil, esse vídeo mostra que com um pouco de jeito e ingredientes de qualidade, você consegue um resultado profissional. É o tipo de receita que vale a pena tentar num aniversário especial.
Saindo um pouco do doce, que tal uma bebida? A Drica na Cozinha manda muito bem nessa caipirinha. O segredo aqui é amassar bem as frutas com o açúcar pra soltar todo o suco e o aroma. Se for usar cachaça, escolhe uma mais suave, porque as frutas já tem sabor marcante.
É um drink super convidativo, colorido e que impressiona sem esforço. Perfeito pra começar um churrasco ou um encontro no fim de semana. Só cuidado pra não exagerar, porque o gosto é tão bom que a gente nem sente o álcool, mas ele tá lá!
Essa vitamina do Nhac GNT é super cremosa por causa do Ades de amêndoas. Eu gosto de usar leite de amêndoas caseiro também, fica uma textura incrível. É doce, mas não excessivamente, e mata aquela vontade de tomar algo gostoso de manhã sem ser pesado.
Uma coisa que faço sempre: congelar as frutas já picadas. Além de deixar a vitamina bem geladinha, isso evita que você precise usar gelo, que pode aguar o sabor. Bate e toma. Praticidade pura.
Esse é o doce perfeito para um dia frio, ou quando você quer algo quentinho saindo do forno. A Deli&Co. acertou demais. A massa *crumble* de farinha, manteiga e açúcar fica irresistivelmente crocante por cima, contrastando com a fruta quente e macia por baixo.
O grande lance é não compactar a massa. Depois de misturar a manteiga com os ingredientes secos, você só joga por cima das frutas, sem pressionar. Assim ela assa soltinha e crocante. Sirva com uma bola de sorvete de creme. O calor derrete o sorvete e vira um caldo... hmm, já deu vontade.
Pra fechar com chave de ouro, a charlotte. Essa sobremesa é linda, elegante e parece super complexa, mas a Ju Ferraz quebra o passo a passo de um jeito que fica compreensível. A bavaroise de amora (que é uma mousse firme) fica dentro de uma muralha de biscoitos champagne.
O segredo pra mim é umedecer os biscoitos na calda na medida certa. Pouco e eles ficam duros, muito e desmancham. É prática, mas quando você acerta, a satisfação é enorme. É aquele tipo de receita que você faz quando quer mesmo se dedicar e presentear alguém — ou a si mesmo — com algo extraordinário.
Ufa! É muita opção boa, né? Difícil escolher por onde começar. Deixa nos comentários qual dessas te chamou mais a atenção, ou se você já tem uma receita própria com frutas vermelhas que é sucesso aí na sua casa. Adoro trocar essas experiências!
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