- Passe o ovo e o açúcar na batedeira por uns dois minutos, só até ficar esbranquiçado. Depois, adicione a banana amassada e a margarina derretida. Misture bem, mas não exagere, não queremos um bolo de gelo.
- Desligue a batedeira e adicione o amido de milho. Mexa com a colher, só o suficiente pra sumir os grumos. Não volte a bater ainda.
- Volte para a batedeira e junte a farinha de mandioca junto com o sal. Bata por 30 segundos, só pra integrar. Pare antes que a massa fique dura.
- Desligue de novo, e agora adicione os flocos de amaranto. Misture com a colher, devagar, até eles se espalharem. Depois, jogue o leite por cima e ligue a batedeira por mais 20 segundos. A massa vai ficar grossa, mas ainda mole. É assim que tem que ser.
- Despeje a massa num refratário untado com margarina e enfarinhado. Se quiser, espalhe algumas fatias finas de banana por cima e polvilhe um pouco de açúcar e canela, não precisa, mas fica bonito e cheira melhor.
- Leve ao forno médio, pré-aquecido, por 40 minutos. Teste com um palito: se sair limpo, tá pronto. Se ainda tiver massa grudada, deixe mais 5. Eu já deixei 50 e não estragou. Só ficou mais seco.
Você já comprou amaranto em flocos por causa da label “funcional” e depois deixou ele lá no fundo do armário? Eu já fiz isso. Duas vezes. Achei que tinha que ser um superalimento de dieta, mas esqueci que comida tem que ser boa primeiro.
O amaranto não é um substituto de whey. Não é um suplemento. É um grão que, quando assado, vira crocância com alma. Ele não dissolve. Ele não some. Ele dá textura. E quando você coloca ele numa massa com banana e um pouquinho de açúcar… ele vira o que o amido de milho nunca foi: um sabor de verdade.
Eu já tentei fazer esse bolinho sem banana. Ficou seco. Tentei sem ovo. Ficou parecendo pão de milho sem graça. Mas quando usei a banana amassada, o leite e o açúcar na medida certa… o amaranto entrou no fundo da boca e não saiu mais. Não por saúde. Porque quis.
Não precisa de receita complicada. Não precisa de explicação. Só precisa de fome e de coragem pra botar um grão que ninguém pediu na sua assadeira. Já tentou com mel no lugar do açúcar? Me conta nos comentários, eu ainda não testei, mas tô curioso.
Tabela de conteúdo:
Bolo com Banana Fofinho: Uma das melhores receitas com Amaranto
Ingredientes
Tudo isso cabe num armário de cozinha comum. Nenhum ingrediente é raro, mas todos têm vez. Acho que é por isso que o bolo fica bom.
Informação Nutricional
Porção: 100g (1/10 do bolo)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 245 kcal | 12% |
| Carboidratos Totais | 38.5g | 13% |
| Fibra Dietética | 2.1g | 8% |
| Açúcares | 20.8g | 42% |
| Proteínas | 3.2g | 6% |
| Gorduras Totais | 9.2g | 17% |
| Saturadas | 2.1g | 10% |
| Trans | 0g | 0% |
| Colesterol | 19mg | 6% |
| Sódio | 285mg | 12% |
| Potássio | 125mg | 3% |
| Cálcio | 45mg | 4% |
| Ferro | 1.2mg | 7% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
Eu fiz esse bolo numa tarde de chuva, com o Titan deitado no chão e a Daiane me olhando com aquele olhar de “você tá louco de novo?”. Mas quando ele saiu do forno, ela pegou um pedaço, ficou em silêncio, e só disse: “Isso aqui tem gosto de quando eu era criança”. Não precisei explicar nada.
Se você já fez algo parecido e achou que faltava alguma coisa… talvez não fosse o amaranto. Talvez fosse o tempo. Às vezes, comida boa não precisa de técnica. Só precisa de alguém que não esteja com pressa. Já tentou assar com um pouco de noz-moscada? Me conta nos comentários, eu ainda não testei, mas tô curioso.
Quanto custa em calorias esse pecado?
Um pedaço generoso (1/10 do bolo, cerca de 100g) tem aproximadamente 245 kcal, conforme nossa tabela nutricional completa. Mas sério, quem vai conseguir comer só um pedaço? A banana e o amaranto trazem fibras que ajudam a segurar a fome... ou pelo menos é o que eu digo pra mim mesmo quando repito o pedaço.
Quanto tempo dura esse tesouro?
Em temperatura ambiente (bem tampado): 3 dias. Na geladeira: até 5 dias. Mas a melhor dica? Congela que é sucesso! Fatia e guarda em potes separados - aí quando bater a vontade, é só esquentar 30 segundos no micro-ondas. A Daiane uma vez esqueceu um pedaço no congelador por 1 mês e ficou igual!
Sem um ingrediente? Taca-le pau nessas trocas!
- Margarina virou vilã? Usa manteiga ou óleo de coco na mesma medida
- Leite animal não rola? Bota leite vegetal que fica top também
- Açúcar demais? Reduz pra 3/4 de xícara e bota 1 colher de mel
- Farinha de mandioca acabou? Farinha de arroz salva (mas a textura fica um pouquinho diferente)
Os 3 pecados capitais do bolo de banana
1. Banana muito madura - Parece contraditório, mas se tiver pontos pretos demais, o bolo fica pesado. O ideal é aquela banana bem amarelinha com só uns 2 pintinhos.
2. Bater demais depois do fermento - Isso aqui é crime! O bolo nasce baixinho e triste.
3. Desespero no forno Abrir o forno antes dos 30 minutos é pedir pra o bolo murchar. Confia no processo!
Truque de mestre que ninguém te conta
Antes de assar, joga uma colher de sopa de água fervente em cima da massa. Parece loucura, mas cria uma camada úmida que deixa o bolo ainda mais fofinho. A primeira vez que fiz a Daiane achou que eu tinha enlouquecido, mas depois veio me pedir a receita!
Versões pra todo mundo comer feliz
Sem glúten: Já é! A farinha de mandioca e o amido já fazem a festa.
Vegano: Troca o ovo por 1 col. de sopa de chia + 3 col. de água (deixa hidratar 10 min antes)
Low carb: Reduz o açúcar pela metade e usa eritritol + 1/2 banana só
Quer dar uma agitada?
Joga 1/2 xícara de chocolate 70% picado na massa. Ou então faz um swirl de canela com 2 colheres de açúcar mascavo por cima antes de assar. Minha ousadia favorita? Coloca raspas de laranja na massa e um fio de mel em cima quentinho na hora de servir.
O que serve junto pra virar um banquete?
Café preto forte é clássico que nunca falha. Mas se quiser inovar:
- Sorvete de baunilha caseiro (o contraste quente/frio é divino)
- Calda de caramelo salgado (3 colheres de açúcar derretido + 1 pitada de sal)
- Iogurte natural batido com mel fica show pra um café da manhã especial
Sobrou? Transforma!
Casca de banana no lixo? Jamais! Lava bem, seca no forno baixo e bate no liquidificador pra fazer farinha (rende uns 2 colheres). E se o bolo ficou seco no dia seguinte: umedece com leite, esfarela e faz uma trufa! Mistura com cream cheese, bola e passa em granulado.
Modo chef estrela Michelin
Na hora de servir, polvilha flor de sal e raspas de limão siciliano. Parece besteira, mas o contraste do salgado com o doce e o cítrico dá um upgrade absurdo. Usei esse truque quando vieram amigos aqui em casa e todo mundo achou que eu tinha feito curso de confeitaria!
O ponto crítico: quando parar de bater?
Olha a textura: quando a massa começar a desgrudar das laterais da tigela e formar "picos" que caem devagar, é hora. Se ficar muito líquida, acrescenta 1 colher de farinha de mandioca. Se ficar pesada, 1 colher de leite. Já salvei muita massa assim!
2 segredos que nunca te contaram
1. O amaranto tem proteína completa - isso quer dizer que seu bolo vira uma refeição mais balanceada que muito lanche por aí.
2. Deixar a banana amassada descansando com um pouco de açúcar por 10 minutos antes de usar realça o sabor. Parece mágica, mas é ciência!
De onde veio essa mistura maluca?
O amaranto era sagrado pros astecas (sério!), mas essa receita é uma adaptação brasileira das avós que misturaram o que tinha na despensa. A farinha de mandioca e a banana são nossa contribuição tropical pra um combo que dá certo há séculos.
Perguntas que sempre me fazem
Posso usar outra farinha? Pode, mas a de mandioca dá um úmido especial.
Precisa bater na batedeira? Não! Dá pra fazer na mão, só vai demorar mais.
Por que meu bolo rachou? Forno muito quente ou massa muito grossa. Mas rachou é sabor, relaxa!
Se TUDO der errado...
O bolo ficou uma pedra? Corta em cubos, joga leite condensado e faz pudim de bolo! Virou sopa? Coloca numa frigideira com manteiga e faz panquecas. Queimou embaixo? Rala a parte preta e chama de "caramelizado". Na cozinha, criatividade é o tempero principal.
Pra impressionar na mesa
O amaranto é parente do quinoa e tem mais cálcio que o leite! E a banana? Quanto mais madura, mais triptofano (aquele negócio que vira serotonina e te deixa feliz). Basicamente, você está fazendo um bolo antidepressivo. De nada.
E aí, bora botar a mão na massa? Conta aqui nos comentários como ficou seu bolo ou se inventou alguma variação maluca! Se postar no Instagram, marca a gente @sabornamesaoficial pra gente ver seu talento. E se queimou o bolo, relaxa - já fiz isso 3 vezes antes de acertar!
Sua jornada culinária não termina aqui
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito.
2º. Cookie de amaranto e cacau, o que acontece quando você para de tentar ser saudável
autor: Juliana Ziebell Nutricionista
Eu sempre achei que cookie saudável tinha que ser sem açúcar. Até que fiz esse aqui. O amaranto não é só para fibra. Ele dá um crocante que o trigo não tem, como se tivesse sido torrado em fogo de lenha. E o cacau? Ele não é pra doçura. É pra contraste. O amaranto fica amargo, o cacau fica amargo, mas o açúcar? Ele só aparece pra equilibrar. Fiz uma vez com mel e virei um monstro. Não deu certo. O açúcar refinado, mesmo em pouca quantidade, faz o amaranto parecer que tá dançando. A Daiane comeu três. E não disse nada. Só olhou pra mim como se eu tivesse feito um milagre. Ou um pecado. Não sei qual é pior.
3º. Frango empanado com amaranto, o segredo que ninguém conta sobre o sabor
autor: Hora Fitness
Essa receita diz pra moer o frango com ricota e cenoura. Eu não fiz isso. Eu usei peito de frango cortado em tiras. Só passei no ovo, depois no amaranto. E deixei dourar bem. O amaranto não dissolve. Ele quebra. E quando você morde, ele solta um som, tipo um grão de milho torrado, mas mais fino. É como se o frango tivesse uma pele de terra. E o sal? Não use o sal ver. Use o comum. O sal ver é um nome bonito, mas não é melhor. Fiz isso numa noite de chuva. O Titan ficou na porta da cozinha, olhando. Nunca fez isso antes. Acho que o amaranto não é pra saúde. É pra memória. Pra lembrar que comida boa não precisa de desculpas.
4º. Farofa de amaranto, quando o que sobrou vira o que mais encanta
Eu sempre achei que farofa tinha que ser de farinha de mandioca. Até que um dia, com um pote de amaranto esquecido e uma panela de carne assada, tentei. Achei que ia virar areia. Mas quando aqueci o óleo, joguei o amaranto e deixei dourar… ele virou um perfume. Não é crocante como a farofa tradicional. É mais seco. Mais terroso. Como se tivesse sido feito com terra de verdade. E o sal? Só um pouquinho. Se colocar demais, ele apaga o sabor do grão. Fiz isso com carne de panela e sobrou. A Daiane comeu com pão e não perguntou o que era. Só disse: “isso parece que a vovó fazia, mas não sei de onde”. Eu não sabia. Mas agora sei: é quando você para de tentar copiar e começa a criar.
5º. Panqueca sem glúten com amaranto e linhaça, o que o corpo pede quando a mente quer desistir
Eu já fiz panqueca com amaranto e virei um desastre. Ficou dura. Tipo pão de milho que ficou na geladeira. Achei que era o amaranto. Mas não. Era o leite de arroz. Ele é muito líquido. E a linhaça? Ela não é só para fibra. Ela é pra absorver. Se você não deixar hidratar por 10 minutos, a panqueca vira uma pedra. A dica? Misture tudo, deixe descansar, depois bata um pouquinho. Não precisa ser perfeito. Só precisa ser quente. Fiz essa numa manhã de segunda, sem café, sem fome. Mas o cheiro me trouxe de volta. E quando comi? Foi como se o corpo lembrasse que merecia ser alimentado, não só controlado.
6º. Pão integral com amaranto, o que o forno não conta sobre o tempo
Essa receita fala em sovar por 30 minutos. Eu sovei por 10. E deu certo. Porque o amaranto não precisa de muito. Ele já vem com personalidade. O que importa é o descanso. Deixe a massa crescer, não por tempo, mas por sensação. Se ela parecer que respira, tá pronta. O amaranto não vai desaparecer. Ele vai ficar lá, no fundo, dando um gosto de terra, de chão, de algo que não é refinado. Fiz esse pão numa tarde de outono. A Daiane cortou uma fatia, passou manteiga e disse: “isso tem cheiro de infância”. Eu não sei se é verdade. Mas eu acredito. Às vezes, comida boa não precisa de explicação. Só de silêncio.
7º. Barrinha de cereal com amaranto, o que você não sabe que já comeu
Eu comprei uma barrinha de cereal que tinha amaranto. Custava 12 reais. Fiz essa aqui em casa por 2. O segredo? Não use mel. Use açúcar mascavo. O mel deixa a barrinha mole. O açúcar mascavo dá um ponto. E o amaranto? Ele não é pra textura. É pra memória. Quando você morde, ele solta um som. E depois, ele fica no fundo da boca. Como se tivesse um pedacinho de chão. Fiz uma vez pra levar no trabalho. Não falei o que era. Um colega comeu e disse: “isso tem gosto de quando eu era criança, na casa da minha avó”. Eu não sabia que ele tinha avó. Mas agora sei que todos têm.
8º. Abacate com amaranto e chia, o que acontece quando você para de tentar ser saudável
Essa receita fala pra bater tudo no liquidificador. Eu não fiz isso. Eu cortei o abacate, coloquei o amaranto por cima, e depois a chia. E um fio de azeite. E sal. Só isso. Não bati. Não misturei. Deixei cada coisa no seu lugar. O abacate é suave. O amaranto é seco. A chia é pequena, mas dá um ponto. E o sal? Ele não é pra salgado. É pra acordar. Fiz isso numa manhã de sol. A Daiane comeu com colher, direto da casca. Não falou nada. Só sorriu. E eu percebi: às vezes, comida boa não precisa ser misturada. Só precisa ser respeitada.
9º. Torta de arroz com amaranto, o prato que ninguém pede, mas todos lembram
Essa torta é feita com arroz que sobrou. O amaranto? Ele é o que dá corpo. Não é para substituir o arroz. É para lembrar que ele existe. Fiz essa numa sexta-feira, sem ideia. Só joguei o arroz, o amaranto, o ovo e um pouco de queijo. Assou. E quando tirei do forno, parecia uma pedra. Mas quando cortei… o amaranto soltou um cheiro. Como se tivesse sido assado com carinho. A Daiane comeu e disse: “isso me lembra o almoço da minha infância, mas não consigo lembrar onde”. Eu não precisei explicar. Só servi mais um pedaço. Às vezes, comida boa não precisa de nome. Só de tempo.
E aí? Qual dessas você já tentou? Ou qual te fez parar e pensar: “isso é possível?”? Se fez, me conta nos comentários. Não foque em perfeição. Só precisa ter a sua personalidade. Porque o amaranto não quer ser um superalimento. Ele só quer ser comida. E se você der a ele um lugar na sua mesa… ele vai te lembrar que a vida tem gosto de terra, de chão, de algo que nunca foi refinado.


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