16 Receitas de Batata Sauté & Propostas Caprichadas Para Experimentar

Sem dúvidas, essa é uma das melhores formas de preparar uma batata
16 Receitas de Batata Sauté & Propostas Caprichadas Para Experimentar
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Existe uma linha tênue, quase invisível, entre uma batata sauté aceitável e aquela que faz todo mundo na mesa querer a receita. A minha cruzada era justamente essa: descobrir como pular essa linha.

O estalo veio numa aula de técnica francesa, quando o instrutor disse uma coisa óbvia que ninguém pratica: "sauté não é fritar, é fazer saltar". Pareceu besteira até eu tentar. A chave é a combinação de gorduras. Começo com a manteiga pelo sabor, mas adiciono um fio de azeite logo em seguida. O azeite eleva o ponto de fumaça, então a manteiga não queima e a batata fica com aquele dourado perfeito sem gosto de amargo. E o cozimento prévio? Tem que ser no ponto al dente, senão ela vira purê na frigideira.

O resultado é uma batata com personalidade. Crocante por fora, macia e inteira por dentro, e com um sabor tostado de manteiga que é pura sofisticação caseira. É um daqueles acompanhamentos que transformam um bife simples ou um frango grelhado em um jantar de respeito. Se você quer dominar essa técnica clássica de uma vez por todas, o caminho está detalhado abaixo.

Receita de batata sauté na frigideira: Saiba como fazer

Rendimento
para 4 pessoas
Preparação
35 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

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Acho que todo mundo tem isso em casa, né? É uma daquelas receitas que você resolve com o que tem na despensa. Só fica de olho na batata, se ela estiver muito velha e murcha, o resultado não é o mesmo.

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Informação Nutricional

Porção: 200g (2 batatas médias)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 38.2g 13%
   Fibra Dietética 3.8g 15%
   Açúcares 1.7g 2%
Proteínas 4.2g 8%
Gorduras Totais 13.5g 25%
   Saturadas 3.8g 19%
   Trans 0.2g 1%
Colesterol 8mg 3%
Sódio 320mg 14%
Potássio 920mg 20%
Vitamina C 28mg 47%
Ferro 1.8mg 10%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal
  • Vegano: Use apenas azeite no preparo
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Fibras: Boa fonte de fibras solúveis

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura – Reduza manteiga para menos calorias
  • Caloria moderada – Controle porções em dietas
  • Insight: Rico em potássio e vitamina C; cozimento com casca preserva nutrientes

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Cozinhe a batata no ponto certo: Descasca as batatas e corta em pedaços não muito pequenos, mais ou menos do tamanho de uma metade de ovo. Coloca numa panela com água fria e uma boa pitada de sal. Leva ao fogo alto até ferver, então baixa o fogo e deixa cozinhar por uns 10 a 15 minutos. Você quer que a ponta de uma faca entre fácil, mas a batata ainda ofereça uma resistência firme. Se cozinhar demais, vira purê na frigideira depois, e aí já era.

    Dica pessoal: Eu costumo testar uma batata antes do tempo. Melhor pecar pelo al dente, dá pra corrigir na frigideira.

  2. Escorra e seque (isso é importante): Escorre toda a água da panela. Deixa as batatas na própria peneira por um minuto, balançando de leve pra evaporar o excesso de vapor. Se você jogar batata molhada na gordura quente, ela vai espirrar que é uma beleza. Já aconteceu aqui, o Titan (nosso cachorro) até se assustou e foi pra debaixo da mesa.
  3. Aqueça as gorduras: Pega uma frigideira grande, de preferência antiaderente, e coloca no fogo médio. Adiciona a manteiga e deixa derreter. Antes que ela comece a escurecer e fazer espuminha, entra com o fio de azeite. O azeite vai subir o ponto de fumaça e proteger a manteiga. Essa dupla é o segredo do dourado perfeito sem gosto queimado.
  4. O sauté de verdade: Com a gordura quente e brilhante, coloca as batatas com cuidado. Distribui bem numa camada única, se a frigideira for pequena faz em duas levas. Agora, deixa quieto. Sério. Deixa fritar por uns 4 ou 5 minutos sem mexer, até a parte de baixo formar uma casquinha dourada linda.
  5. É hora de "saltar": Aqui vem a parte que dá nome ao negócio. Segura a frigideira pela alça (com um pano se estiver muito quente, né?) e dá aquele empurrãozinho pra frente e pra trás, fazendo as batatas pularem e virarem. Se não tiver confiança, pode usar uma espátula pra virar, mas o movimento da panela é bem satisfatório quando você pega o jeito. Deixa dourar do outro lado, mais uns 4 minutos.

    Fogo baixo a médio, sempre. Paciência é virtude aqui. Se o fogo estiver alto, queima por fora e fica crua por dentro.

  6. Finalização que faz a diferença: Quando as batatas estiverem crocantes e douradas por todos os lados, desliga o fogo. Ajusta o sal se precisar – experimenta uma, é o melhor jeito. Agora joga a salsinha picada por cima e mexe mais uma vez. A salsinha com o calor residual solta um aroma que é pura magia.

Pronto. Serve imediatamente, é quando está no auge da crocância. Combina com absolutamente tudo, de um frango grelhado simples a um bife mais caprichado. Duvido alguém não pedir bis.

A batata sauté virou um vício por aqui. A Daiane sempre brinca que eu devia abrir uma lancheria só de batatas, talvez ela tenha um ponto. O que eu gosto mesmo é como um acompanhamento tão simples consegue roubar a cena no jantar.

E você, tem algum truque na hora de fazer batata? Já tentou essa técnica do sauté com a manteiga e azeite? Conta aqui nos comentários suas impressões e como ficou, ou se descobriu alguma variação diferente. Adoro trocar essas ideias na cozinha!

Quanto custa em calorias?

Uma porção dessa batata sauté (considerando 2 batatas por pessoa) fica em 285 calorias, conforme nossa tabela nutricional completa. Se quiser reduzir, troque a margarina por azeite só - cai pra uns 200. Mas sério, vale cada caloria!

Guarda bem? Dá pra congelar?

Na geladeira dura 3 dias, mas perde a crocância. Congelar? Até dá, mas fica meio "triste" - melhor fazer na hora. Se sobrar, vira um ótimo recheio de torta no dia seguinte (eu já fiz e salvou meu almoço).

Sem batata? Sem problemas!

• Batata-doce fica incrível (dica: cozinhe menos tempo)
• Mandioquinha é um luxo
• Cenoura baby vira um side dish chique
• Berinjela em cubos pra low carb (mas seca bem antes!)

Os 3 pecados capitais da batata sauté

1. Cozinhar demais a batata antes de saltear - vira purê na frigideira
2. Fogo alto = queimou por fora, cru por dentro
3. Mexer com colher em vez de sacudir a frigideira - lasca a batata toda

Truque secreto de restaurante

Depois de cozidas, seque MUITO bem as batatas com papel toalha. Molhadas, não douram direito. E pra ficar gourmet? Joga um dente de alho esmagado na frigideira junto com a manteiga (tira antes de servir pra não queimar).

O que serve junto?

• Carnes: picanha, frango grelhado, até um hambúrguer caseiro
• Molho: mostarda e mel fica surreal
• Bebida: cerveja gelada ou um vinho branco leve
• Salada: rúcula com tomate cereja equilibra bem

Quer dar uma agitada?

• Versão breakfast: acrescenta ovo mexido e bacon
• Apimentada: pimenta calabresa + uma pitada de açúcar mascavo
• Italiana: alho, alecrim e finaliza com parmesão
• Daiane adora quando faço com cubinhos de queijo coalho - derrete só um pouquinho...

Modo "chef estrela"

Usa batatas pequenas (tipo baby) com casca, manteiga clarificada e finaliza com flor de sal + raspas de limão siciliano. Parece simples, mas impressiona qualquer visita!

Fazendo render

Batata grande é mais barata que baby - só cortar em cubos iguais. Margarina no lugar da manteiga dá certo também. E a salsinha? Se não tiver fresca, usa a desidratada mesmo (mas reduz a quantidade pela metade).

O ponto do cozimento é crucial

Fura a batata com garfo depois de 10 minutos - deve entrar mas oferecer resistência. Se escorregar fácil, já passou do ponto. Melhor errar pra menos que pra mais - sempre dá pra cozinhar mais na frigideira!

Sabia que...

• Sacudir a frigideira (tipo chef) não é só pose - distribui o calor igualmente
• Em SP capital tem um restaurante que serve só variações de batata sauté (@batatamaníacos - não é publipost!)

Se tudo der errado...

Batata virou purê? Transforma em bolinho: mistura com farinha e ovo, frita como croquete. Queimou? Raspa a parte preta e disfarça com molho. Sem salsinha? Cebolinha ou até orégano salvam.

Perguntas que sempre me fazem

Pode fazer no airfryer? Pode! Mas fica menos cremosa por dentro
Descascar ou não? Eu prefiro com casca (mais nutrientes e textura)
Por que minha batata gruda? Falta de gordura ou frigideira velha - usa antiaderente boa

De onde veio essa maravilha?

A técnica "sauté" (saltar, em francês) surgiu nos séculos XVIII/XIX pra cozinhar rápido em fogo alto. Curiosidade: originalmente usavam gordura de pato! Hoje a versão brasileira adaptou com o que temos - e ficou tão boa quanto.

Harmonização surpreendente

O contraste do salgado da batata com doce de pera caramelizada é inexplicavelmente bom. Já experimentou? Me conta nos comentários se curtiu a combinação!

Combinações que vão fazer sua batata sauté brilhar ainda mais

Depois de preparar aquela batata sauté perfeita, vem aquela dúvida: o que servir pra completar a refeição? Aqui em casa a gente sempre monta menus temáticos, então selecionei as melhores combinações que fazem sucesso aqui - e que vão deixar seu almoço ou jantar simplesmente impecável!

Para começar com o pé direito

Tempura de legumes (link da receita): Crocância na medida certa pra abrir o apetite sem competir com o acompanhamento principal.

Torre de batata frita (entenda como fazer aqui): Sim, mais batata! Mas essa versão em torre é tão divertida que vale a pena a combinação.

Sanduíche de forno com pão de forma (receita aqui): Quentinho e douradinho, perfeito pra quem quer algo leve antes do prato principal.

Bolinho de queijo: Nossa sugestão extra - porque combina com TUDO e sempre desaparece primeiro da mesa!

Pratos principais que casam perfeitamente

Bife à parmegiana que nunca falha: Clássico que nunca falha, e a batata sauté complementa divinamente.

Frango à parmegiana (preparo aqui): Versão mais leve, mas igualmente saborosa pra quem prefere aves.

Filé de peixe empanado (aprenda aqui): Textura crocante que contrasta lindamente com a maciez da batata.

Picanha assada que faz sucesso: Para ocasiões especiais - a Daiane sempre pede quando temos visitas!

Costela no bafo: Dica bônus - se tiver tempo, essa maravilha derrete na boca e a batata ajuda a equilibrar.

Para fechar com chave de ouro

Pudim de chocolate que vai te conquistar: Cremoso e não muito doce, o equilíbrio perfeito depois de uma refeição completa.

Tarte tatin (saiba o passo a passo): Doce de maçã caramelizada que lembra aquelas sobremesas de bistrô francês.

Suspiro caseiro: Leve e aerado, pra quem quer só um docinho pra finalizar.

Mousse de maracujá: Nosso plus refrescante - ideal para dias mais quentes!

Para acompanhar

Suco de abacaxi com hortelã: Refrescante e combina especialmente bem com pratos mais encorpados.

Água aromatizada com limão siciliano e gengibre: Nossa opção light favorita para refeições mais leves.

Chá gelado de pêssego: Doce natural que complementa sem competir com os sabores principais.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Aqui em casa somos meio suspeitos pra falar porque amamos todas, mas conta pra gente nos comentários qual foi seu menu favorito - e se descobrir alguma combinação nova, compartilha com a gente!

A técnica básica já está dominada, né? Agora a parte boa: explorar variações que vão desde o prático do dia a dia até aquela para impressionar.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a paciência é virtude: a sauté de forno

autor: Adilson Figueira

Vou te confessar uma coisa: eu era o tipo de pessoa que achava que sauté só existia na frigideira. Até o dia em que a minha frigideira estava ocupada com outra coisa e eu tinha um monte de batata pra preparar. Foi aí que descobri essa maravilha do forno. A grande vantagem, além de não precisar ficar olhando e mexendo, é que ela fica uniforme. Douradinha por todos os lados, sabe?

O truque, aprendi com esse vídeo, é não amontoar as batatas na assadeira. Elas precisam de espaço para o ar quente circular. Se ficarem muito juntas, elas cozinham no vapor e ficam moles, perdem a crocância. É um jogo de paciência que vale cada minuto a mais. Fica com uma textura incrível, quase como batata rústica, mas com a alma da sauté.

3º. O clássico que não pode dar errado

autor: Receitas & Cia

Todo mundo precisa ter uma receita base na manga, aquela que você faz de olhos fechados e nunca falha. Essa é ela. A original. O grande perigo aqui, e o vídeo alerta bem, é a gente querer inventar moda na primeira vez. Já fiz isso, coloquei um montão de tempero diferente e o sabor da batata tostada na manteiga simplesmente sumiu.

Meu conselho? Faz exatamente como tá aí na primeira vez. Só batata, manteiga, sal e pimenta. É um teste de respeito aos ingredientes. Depois que você sentir qual é o gosto de verdade, aí sim você começa a brincar. É o alicerce, entende? Sem isso firme, as variações podem desmoronar.

4º. Bacon: o atalho para o sabor infalível

Essa aqui é a definição de "jogada certeira". Você resolve dois problemas de uma vez: tempera a batata e ainda ganha um acompanhamento crocante. O segredo, que eu demorei para aprender, é fritar o bacon primeiro e usar a gordura que ele solta no lugar de parte da manteiga. O sabor fica defumado, profundo, uma coisa linda.

Só toma cuidado com o sal, porque o bacon já é bem salgado. Eu gosto de acrescentar o bacon picado de volta só no final, depois que as batatas já estão douradas. Assim uma parte fica crocante e outra fica mais molinha, curtida no sabor. É impossível alguém não gostar, sério. Perigo de acabar antes do prato principal chegar à mesa.

5º. A salvação dos dias corridos na Airfryer

Tinha um preconceito bobo com isso. Achava que na airfryer nunca ficaria com aquele dourado perfeito da frigideira. Que nada, eu estava errado. Essa versão é uma mão na roda para quando você quer uma acompanhamento rápido, com menos louça pra lavar e menos óleo. O resultado me surpreendeu: fica crocante por fora sim, de um jeito diferente, mas muito gostoso.

A dica de ouro é não esquecer de dar uma sacudida no cesto na metade do tempo. E pulverizar um fio de azeite ou jogar uma colherzinha de manteiga derretida por cima das batatas antes de ligar o aparelho faz toda a diferença. Elas não ficam secas. Fica aquele negócio prático que salva o jantar de uma terça-feira qualquer.

6º. Batata doce: a doçura que conquista

Se você acha que batata sauté é só para batata inglesa, prepara-se para uma revelação. A batata doce na manteiga é outro nível. Ela carameliza naturalmente, fica com as pontinhas bem douradas e um interior cremoso que é uma delícia. Fica ótima com carnes mais suaves, como um frango grelhado, ou até numa salada mais robusta.

O ponto de cozimento prévio é ainda mais importante aqui. Tem que ser bem al dente, senão vira uma papa na frigideira. E o tempero? Fuja do muito complicado. Sal, pimenta e umas folhas de sálvia ou alecrim são mais que suficientes. O sabor doce e terroso dela pede por simplicidade. É uma adaptação inteligente que sempre recebe elogios aqui em casa.

7º. A crocância perfeita sem olho no lance

Essa é para quem, como eu, às vezes queima um lote porque se distrai no telefone ou com outra panela no fogão. A sauté dourada no forno que a Solange ensina é um respiro. Você prepara, espalha na assadeira e tem um tempo para fazer outras coisas enquanto ela fica perfeita. A crocância é garantida, desde que você não encharque a assadeira de batata.

Ela fica com uma textura diferente da frigideira, um crocante mais seco e uniforme, que eu particularmente adoro. É ótima para servir uma quantidade maior de gente, porque você pode preparar duas assadeiras de uma vez. Dica: jogue os temperos finos, como a salsinha, só depois de assada, para não queimarem.

8º. Com alho: o perfume que invade a casa

Tem cheiro mais convidativo que alho dourando na manteiga? Duvido. Essa versão é um clássico por um motivo. Mas ela esconde uma armadilha: o alho queima num piscar de olhos. Aprendi da pior maneira, com um gosto amargo estragando o prato todo. O método seguro é adicionar o alho picado ou laminado bem no final, quando as batatas já estão quase prontas, e deixar no fogo só por um minuto, até perfumar.

Outra jogada é usar alho inteiro, apenas esmagado, e retirar antes de servir. Ele dá um sabor mais suave. Essa receita é daquelas que provoca reação imediata: sempre tem alguém que segue o cheiro até a cozinha perguntando "o que é isso que tá um cheiro bom?".

9º. A cremosidade surpresa (sem lactose!)

Quem disse que cremosidade vem só de creme de leite ou queijo? Essa receita é um achado porque consegue um resultado incrivelmente aveludado sem usar nada disso. O segredo está no caldo do cozimento e numa pitada de amido, que cria uma leve liga que envolve cada pedaço de batata sem empapar.

É uma ótima opção para quem tem restrições ou simplesmente quer um prato mais leve. Fica com um sabor limpo, que deixa a batata brilhar. Experimenta servir com um peixe grelhado, combina perfeitamente. É uma prova de que dá para inivar mantendo o sabor no centro.

10º. A sofisticação do alecrim

Um galho de alecrim fresco transforma uma batata sauté comum num acompanhamento digno de ceia especial. Mas tem um jeito certo de usar. Jogar as folhinhas soltas no início faz elas queimarem e ficarem amargas. O que funciona é colocar um galho inteiro na gordura quente por uns 30 segundos para infundir o sabor, tirar, e só então jogar as batatas.

O sabor fica sutil, perfumado, nada agressivo. É a minha escolha para quando quero algo um pouco mais elegante, mas sem trabalho extra. Parece coisa de restaurante, e é tão simples. Às vezes, a gente complica procurando mil temperos, quando um único, bem usado, faz milagre.

11º. Mandioquinha: a prima delicada

A batata baroa, ou mandioquinha, é mais delicada que a inglesa. Ela cozinha mais rápido e tem uma textura que beira o purê quando está quente. Por isso, o desafio aqui é conseguir dourar sem desmanchar. A técnica mostrada é fundamental: cozimento bem rápido, escorrer muito bem e deixar secar um pouco antes de ir para a frigideira bem quente.

O resultado é uma delícia. Fica com uma casca dourada fininha e um interior que derrete na boca. Tem um sabor adocicado único. É uma ótima maneira de variar o cardápio e apresentar algo um pouco diferente, mas que ainda é reconfortante e familiar.

12º. A cor do açafrão e um plus de saúde

Além de deixar a batata com um amarelo lindo que alegra o prato, o açafrão tem seus benefícios. Mas ele precisa de uma ajudinha para o corpo absorver melhor, sabia? A dica é sempre usar o açafrão junto com uma pitada de pimenta do reino e uma gordura, como a manteiga ou o azeite da própria receita. A piperina da pimenta potencializa a curcumina do açafrão.

Então essa receita não só é gostosa e visualmente linda, como é uma escolha esperta. O sabor do açafrão é terroso e levemente amargo, então não exagera. Começa com meia colher de chá e vai provando. É um tempero que conversa muito bem com frango e legumes assados.

Uau, que monte de opção boa. O legal é que cada uma tem sua personalidade, serve para um momento diferente. Me conta aí nos comentários qual versão você é mais fã ou se descobriu uma nova hoje. E se fizer em casa, volta pra contar como foi a experiência, adoro saber!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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